Pensamento de hoje

Poder de um lado e medo do outro formam a base da autoridade irracional.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Os nossos associados

Giovani A. Sardagna nos informa das suas atividades. Ele que é morador da Rua Lages é uma aficionado aos carros Alfa Romeo

Neste último final de semana participou da Subida de Teutonia RS. Esta é sua 3ª participação neste tipo de prova. Uma experiencia que ele considera como: " sendo uma “loucura”muito legal."

E cada vez mais a paixão pelas Alfa Romeo aumenta!!! No sábado houve uma prova no Autódromo Internacional de Santa Cruz dos Sul, em homenagem aos 100 anos da Casa de Arese, a Alfa Romeo, e no domingo, a 3ª subida de Teutônia, també alusiva ao centenário.

Os links:

http://www.youtube.com/watch?v=2WlEz7JQz9o

http://www.youtube.com/watch?v=jr1HuBJzZDE&feature=related




segunda-feira, 21 de março de 2011

Casa encravada entre prédios perde valor no mercado


Casa encravada entre prédios perde valor no mercado

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CAROLINE PELLEGRINO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Na animação "Up - Altas Aventuras", da Disney/Pixar (2009), Carl Fredricksen, um senhor de 78 anos, recusa-se a vender sua casa à empresa que planeja construir um empreendimento no terreno.

Esse imbróglio está longe de ser roteiro de cinema. Na vida real, diante da inviabilidade de amarrar balões ao imóvel e sair voando, como fez Fredricksen, a opção é resistir ou negociar com a construtora.

A resistência à venda se deve, em geral, a razões sentimentais, à falta de documentação da casa, que pode ter pendências jurídicas, ou à especulação -o morador pede um valor muito superior ao oferecido e não há acordo.

Para facilitar a negociação, "a construtora auxilia o proprietário com orientação jurídica e construção de inventário", frisa o sócio da Exto Engenharia Jorge Ayoub.

Se não há acerto nas situações mencionadas, o novo empreendimento é erguido ao redor do imóvel, que fica então "preso" no terreno.

SEGURANÇA

"O imóvel encravado, pela lei brasileira, é o que não possui saída para a via pública", cita Luciano de Souza Godoy, professor de direito civil da Direito GV (Getulio Vargas). "Mas há os que ficam no terreno do condomínio e têm alguma saída para a rua."

Ao resistir à oferta da construtora, o proprietário deve medir as consequências.

"Há os riscos de ser vizinho de uma obra, o desconforto e a desvalorização do imóvel [sua área construída não pode ser ampliada]", lembra o vice-presidente imobiliário do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Odair Senra.

Mas existem também vantagens, diz a dona de casa Sônia de Almeida Barroso, 43, moradora de um imóvel encravado na Vila Maria (zona norte). "Temos segurança, os vigias e porteiros olham a rua toda. Moro há dois anos aqui e nunca presenciei assalto. Por outro lado, escuto barulho do prédio e a lixeira fica muito perto do meu portão."

quinta-feira, 17 de março de 2011

Lei de Ordenamento Territorial

No dia 16 de Março de realizou uma nova reunião conjunta das Camaras Técnicas que formam o Conselho da Cidade. Como já é habitual o numero de participantes da iniciativa privada foi maior e mais atuante que o dos representantes do poder publico, no que tem se convertido numa constante.

A Associação de Moradores do Bairro América, se fez presente com 4 dos seus 5 representantes (80%de participação) e contribuiu ativamente com propostas, para que a Lei de Ordenamento Territorial possa ser amplamente debatida e de que as contribuições dos moradores do Bairro América sejam consideradas.

A reunião foi tambem a ultima presidida pelo Arqto. Luis Alberto Souza, que deixou o IPPUJ e consequentemente a presidência do Conselho da Cidade.

sábado, 12 de março de 2011

Ministério Público Federal quer preservar o Bosque Schmalz

O Ministério Publico Federal quer preservar o Bosque Schmalz.

A área tombada se encontra em avançado estado de abandono e são necessárias medidas urgentes para recuperar a área verde.

A Associação de Moradores do Bairro América tem mostrado interesse em viabilizar a recuperação deste espaço que é uma das poucas áreas verdes remanescentes no centro de Joinville.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Uso do solo

Uso do solo

Começa agora a discussão sobre a Lei de Uso e Ocupação do Solo que deve fazer parte do Plano Diretor de Joinville. Como esta é uma lei que irá interferir no dia a dia dos joinvilenses, é normal que os interessados, uns mais e outros menos, fiquem alertas às discussões.


Outro dia, li que um vereador disse que este processo levará a uma guerra, rua a rua, na definição do que poderá ou não ser feito em cada uma delas. Dentro do que se tem estudado, acredito que não se poderá deixar, no último momento, de se discutir rua por rua. Mas no último momento – e não como guerra!

Para iniciar a formulação da lei, tenho a convicção de que o processo deve começar analisando-se e entendendo-se o macro, ou seja, tendo-se a visão da cidade como um todo e pelo olhar de todos. Como queremos viver a nossa cidade no futuro?

Para responder a isto, teremos que definir nossos objetivos, baseados no conhecimento que temos de nossas deficiências e potencialidades e embasados no que os joinvilenses pensam e querem.

Provavelmente, serão sugeridas audiências públicas que não serão prestigiadas pela grande maioria e, por isso, sugiro, como vi em Barcelona, que se faça um questionário sobre os problemas que serão debatidos, para que todos recebam em casa e participem respondendo. Depois de tabuladas as respostas, se terá a direção do que a maioria deseja.

Observar a cidade como um todo pelo olhar da população e, após, traçar o que se deseja para ela, definindo para onde ela deve crescer, as ligações e os modais de mobilidade, de quais equipamentos urbanos necessitamos e o padrão de cada um, onde eles se situarão, onde ficarão as indústrias, o comércio, as residências e se verticalizamos e adensamos ou não.

Ter como primazia acabar com as desigualdades existentes entre os bairros, ou melhor, evitar que os bairros tenham categorias diferentes.

Se entendermos isto como base antes de começarmos a guerrear e retalhar a cidade, escorados no senso comum e não em vaidades e interesses pessoais, poderemos fazer uma ótima Lei de Uso e Ocupação do Solo.

Alguém vai contestar dizendo que isto é o óbvio. Peço desculpas pelo óbvio, mas entendo que as vaidades o escondem e é por meio dele que se pode ver muitas coisas que não enxergamos quando confiamos demais na nossa suposta sabedoria.

hans.moraes@gmail.com

ANSELMO FÁBIO DE MORAES, MESTRE EM ENGENHARIA CIVIL

sexta-feira, 4 de março de 2011

Rua São Luiz - Bairro América


Em nome dos moradores da Rua São Luiz, o Sr. Sérgio Augusto Dias encaminhou correspondência ao Presidente do IPPUJ. Em que denuncia o estado em que se encontra a rua.

Foi o IPPUJ quem não viu nenhum problema em se posicionar favoravelmente a construção de um prédio, sem recuo, numa rua sem a calha adequada. As manifestações dos moradores previas ao inicio das obras foram inúteis.

Agora os temores se confirmam, além de todos os incômodos que sofreram e continuam a sofrer durante todo o período da construção.

Boa Tarde Sr. Luiz,

Segue para seu conhecimento foto da Rua São Luiz, mostrando o estado em que
se encontra oque outrora foi uma rua bem cuidada pelos seus moradores.

Atualmente temos que aceitar os buracos, congestionamento e poças de água
pois todas as bocas de lobo estão entupidas, graças à "competência" da
administração publica que somente cuida de seus interesses.....

Me pergunto, onde estavam estes administradores quando liberaram a contrução
deste prédio em local com uma rua de acesso tão limitado? Onde estão os
fiscais que não vêm o estado em que se encontra a rua devido ao excesso de
peso dos caminhões que por aqui estão circulando? Me refiro aos mesmos
fiscais que são extremamente rápidos para ver se a grama cresceu demais no
meu terreno e mandar aviso de multa, para isto estão sempre prontos e não
perdem tempo!

Sinceramente, gostaria de entender porque isso funciona muito bem para uns e
para outros, por mais que se mostre os fatos, nada acontece!

Espero que alguma providencia seja tomada pois este calçamento da Rua São
Luiz foi pago pelos antigos moradores, portanto merecemos no mínimo que seja
reparada como sempre a mantivemos.

Atenciosamente,

Sergio Augusto Dias
Rua São Luiz, 58