Pensamento de hoje

Poder de um lado e medo do outro formam a base da autoridade irracional.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Pérolas do Conselho da Cidade


Pérolas ouvidas no Conselho da Cidade


“As câmaras ainda não entenderam seu papel”, ou seja, ela só deve se “manifestar quando houver chamamento do Conselho para questões de sua pertinência.”


O Conselho da Cidade, funciona... “Como funciona uma empresa, o Conselho determina as coisas, não podemos quebrar a hierarquia”,


“A cidade é um jogo de futebol e nós estamos ganhando”.



terça-feira, 13 de julho de 2010

Audiência com o Prefeito

A associação de Moradores do Bairro América foi recebida em audiência pelo prefeito Carlito Merss, na sexta feira dia 9 de Julho, em pauta o Conselho da Cidade e o Orçamento Participativo, além de temas pertinentes ao dia a dia do Bairro América.

Participaram da audiencia, alem do Prefeito, a sua chefe de Gabinete, Maria Ivonete, representantes do IPPUJ e da Secretaria de Planejamento. A reunião que transcorreu num ambiente de cordialidade, permitiu que a AMABA apresentasse suas sugestões para melhorar o funcionamento do Conselho da Cidade, com o objetivo que suas reuniões sejam mais participativas e democráticas. Tambem foi debatido o excesso de burocratização de alguns dos processos.

Com relação ao OP, Orçamento Participativo, os representantes da Associação compartilharam as suas experiências e sugeriram alternativas para que o processo possa ser mais agil, por parte do poder publico, tanto na fase de elaboração dos projetos, como nas de orçamentação e contratação. Foi questionado com enfase a baixa qualdiade das obras publicas e a falta de fiscalização e procedimentos adequados para melhorar o padrão das obras em execução.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Terça Feira 6 de Julho, as 19:00 horas

A próxima reunião ordinária da Associação será na terça feira dias 6 de Julho as 19:00 horas no MAJ (Museu de Arte de Joinville) Participe.

Tem novidades do OP Orçamento Participativo, teremos mais obras no nosso bairro.

Elegemos novos delegados para o OP e temos muito trabalho pela frente, contamos com a sua colaboração.

Também no próximo dia 8 de Julho, teremos a audiência com o Prefeito Carlito Merss, traga os temas que você gostaria que a Associação apresentasse ao prefeito.

domingo, 20 de junho de 2010

Orçamento Participativo

Será nesta semana a audiência do orçamento participativo OP, da região central.

Os moradores do Bairro América estão incluídos na regional do Centro, não deixe de participar será na próxima quinta feira dia 24 as 19:30 no Centreventos, não falte.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Verticalização sem planejamento


Fechado para balanço
A vaca foi para o brejo, dize se quando uma situação chega a um ponto tal em que a situação não tem mais solução. O jornal Folha de São Paulo publicou a noticia (em azul)

Cidade veta prédios após esgotar vagas para carro nas ruas
Balneário Camboriú (SC), um dos principais destinos turísticos do Sul, suspendeu por 30 dias a construção de prédios devido à falta de vagas para carro nas ruas. A prefeitura diz que quer obrigar as construtoras a reservar parte das garagens dos novos edifícios para uso público. O decreto é válido para prédios com mais de dois andares no centro e em algumas avenidas da cidade e pode ser prorrogado por mais 30 dias. O presidente do Sindicato da Indústria de Construção Civil da cidade, Carlos Haacke, diz que nenhum lançamento imobiliário deve ser adiado por causa do decreto, mas que o tema ainda não foi discutido com a prefeitura.
A situação que poderá chegar a ser verdade um dia em Joinville, se continuarmos a insistir em adensar pessoas numa cidade sem ruas e infraestrutura adequada para isto. A verticalização do centro tendo o céu como limite pode fazer que a falta de espaço para carros nas ruas, tenha que levar a futuras administrações municipais a medidas extremas como a tomada por Balneário Camboriu.

Duas considerações se fazem ainda necessárias:

1.- que tipo de planejamento tem esta cidade que não conseguiu prever um colapso como este?

2.- Que equipe técnica maravilhosa é esta, que eu gostaria de ter também aqui em Joinville, que em no maximo 60 dias deverá apresentar uma solução para um problema desta dimensão?

O exemplo deveria servir de alerta a Joinville e ao modelo de verticalização a todo custo.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Falta de fiscalização permite obras irregulares


Calçadas irregulares no Bairro América                                                                     

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Qual é o impacto dos predios?


"Esvaziamento é fruto do aumento de prédios"

Especialista alerta para mudança no padrão tradicional dos bairros e impacto no trânsito

Matheus Pichonelli

Raquel Rolnik, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, afirma que o processo de esvaziamento de bairros como Lapa, Tatuapé e Santo Amaro, apontado pelos vereadores como motivo para incentivar a verticalização da região, está ligado justamente ao aumento de unidades imobiliárias lançadas nessas áreas nos últimos anos. O modelo de verticalização adotado em São Paulo, diz, “produz muita área construída e pouca densidade demográfica”.

“No Tatuapé isso é muito claro. Existem muitos apartamentos com grande área comum em grandes áreas exclusivas e menos gente vivendo no padrão tradicional do bairro, que eram os sobradinhos. O mesmo fenômeno se observa agora mais recentemente no caso da Lapa”, analisa.

De acordo com a especialista, isso acontece justamente porque o modelo de verticalização busca o “enobrecimento” do bairro e substitui uma população residente no bairro de classe média e classe média baixa por uma de renda muito mais alta.

Com a valorização das áreas, diz, muitas das pessoas que pagam aluguel acabam deixando o local porque não têm condições de arcar com os novos valores. “As casas acabam servindo para uso comercial e de serviços para atender a esse novo padrão de consumo”.

Impacto no tráfego

Outro fenômeno, segundo Rolnik, é que, como as famílias atraídas para esses empreendimentos não costumam usar transporte público, lançam mais veículos nas ruas e provocam impacto no tráfego e no meio ambiente. “É um modelo perverso de verticalização em que você poder subir mais o prédio se deixar mais espaço vazio no térreo. Isso só afasta os vizinhos, e é muito caro”.

Segundo ela, a partir de agora é necessário haver um acompanhamento detalhado sobre as mudanças que serão feitas no projeto até o dia da sua votação.

Fonte: iG São Paulo