Pensamento de hoje
Poder de um lado e medo do outro formam a base da autoridade irracional.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Cidade definida
Joinville, como qualquer outra cidade, tem a sua alma fabricada pela história do seu povo, nas ruas do Centro e dos bairros. O Centro, coração da cidade de Joinville, tem a variedade e a multiplicidade de usos que caracterizam o fazer urbano, tendo com isto alta densidade de circulação de pessoas. Por ser mais antigo, acaba tendo carência de equipamentos, de áreas verdes e uma estrutura viária incapaz de absorver o tráfego que a periferia dispersa descarrega sobre ele.Com a queda da qualidade ambiental, o Centro vira vítima do seu próprio êxito funcional.
Produz um previsível êxodo das pessoas que ali residem, expulsas pela paulatina perda da sensação do bem-estar.A substituição do residir por outras atividades vem degradando este espaço, de valor histórico, estético e cultural, dominado por fachadas pasteurizadas, pelo tráfego irritante e pela insegurança, ocasionada pela desertificação no período noturno e finais de semana.Desvalorizado o Centro, a especulação imobiliária dentro de uma visão comercial e imediatista volta-se para as casas históricas dos bairros residenciais contíguos que exprimem, ainda, um remanso de qualidade ambiental.Passam a ser cobiçadas por olhares outros, que enxergam nelas um valor representativo aos seus negócios e, em seus terrenos, espaços de estacionamento gratuito, cada vez mais difícil em vias públicas.
No mesmo sentido, os proprietários vislumbram uma maneira de alcançar uma receita e morar em lugar mais tranquilo.Este será um objetivo diário e constante dos que querem se apropriar destes espaços valorizados. É necessário, então, que surjam (da comunidade, do Legislativo e do Executivo) objetivos e direcionamentos sérios, envolventes, refletidos, que criem e validem políticas urbanísticas de qualidade.Não dá mais para ficar retalhando a cidade sem enxergá-la como um todo e sem considerar a morfologia de cada espaço, respeitando-a.Caso queira-se intervir no nosso tecido urbano, que os objetivos sejam os de melhorar a qualidade de vida e não o de interesses pessoais. Se não tomar-se atitudes coerentes, planejadas e determinantes, fatalmente a cidade ficará amorfa, desinteressante e “sem alma”.
ANSELMO FÁBIO DE MORAES Mestre em engenharia civil
segunda-feira, 11 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Como o Plano Diretor pode Afetar a sua vida
Frente a moradores que adquirem imóveis sem saber qual é o zoneamento, e sem saber o que pode e não pode ser feito, vale a pena ler o texto.
conheça o seu bairro, conheça o que pode e o que não pode e defenda os seus direitos, para preservar a qualidade de vida de Joinville.
As mudanças intempestivas, escondem sempre outros interesses.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Intransigencia preocupa
Homem tradicionalmente ponderado e comedido, tem mostrado um outro lado, quando o tema se refere a rua Conselheiro Arp, esta mudança de atitude preocupa e surpreende eleitores e amigos.
Ao insistir em manter o projeto que converte a rua Conselheiro Arp numa ZCD4, se permitiria alem de aumentar de maneira irresponsável o gabarito, a instalação de um CIP ( Centro de Internação Provisória), Danceterias, bares, restaurantes e outros serviços totalmente inconvenientes para uma região exclusivamente residencial.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Reunião da Comissão de Urbanismo
Joinville, 29 de abril de 2009.
Referente:
1. Projeto de Lei Complementar no. 39/2008;
2. Projeto de Lei Complementar no. 01/2009;
3. Projeto de Lei Complementar no. 02/2009;
Exmo. Sra.
Dalila Leal
Presidente da Comissão de Urbanismo
Câmara de Vereadores de Joinville
Nesta
Prezada Presidente,
Como defensora das zonas exclusivas residenciais do bairro América, esta associação em princípio não apóia a alteração proposta pela Câmara, e argumenta:
1. A alteração de uma rua é relevante e pode ser impactante, demanda muitos estudos, além de estar subordinada a um Plano Diretor, estudado com afinco e aprovado. As leis que vão regulamentá-lo ainda não foram aprovadas, o que não justifica uma alteração hoje no zoneamento;
2. A cidade tem nesse pequeno espaço denominado ZR1 sofrido a pressão incansável de cidadãos ou corporações de alteração das suas qualidades por interesses particulares, principalmente pelo baixo custo de aquisição ou aluguel do imóvel comparado com outras áreas e pela atratividade da região; inúmeros imóveis se encontram hoje abandonados para especulação imobiliária;
3. A cidade tem nesse pequeno espaço denominado ZR1 proporcionado qualidade de vida;
4. A cidade já tem nesse pequeno espaço denominado ZR1 vias chamadas corredores que possibilitam a instalação de comércio, serviços e residências multifamiliares, como as ruas XV de Novembro, Otto Boehm, Blumenau, Max Colin, entre outras;
5. A cidade tem nesse pequeno espaço denominado ZR1 proporcionado a opção de usar parte da área para determinadas atividades profissionais que não causem impacto sobre a vizinhança;
6. A cidade tem nesse pequeno espaço denominado ZR1 proporcionado áreas verdes e jardins mantidos graças a não necessidade de derrubada de árvores e/ou impermeabilização do solo, infelizmente demandados nos casos em que um imóvel residencial se transforma em comercial em zonas não exclusivas residenciais unifamiliares;
7. A cidade tem nesse pequeno espaço denominado ZR1 proporcionado a cidadãos que optam por morar em casas a garantia de vizinhança residencial; o planejamento urbano deve ser respeitado e não pode ser alterado por iniciativa de uma rua;
8. A cidade tem nesse pequeno espaço denominado ZR1 proporcionado ao bairro a instalação de escolas, igrejas e outros estabelecimentos que o atendam;
9. A cidade tem nesse pequeno espaço denominado ZR1 proporcionado a preservação de características arquitetônicas, históricas e culturais ímpares;
10. A cidade tem nesse pequeno espaço denominado ZR1 um ar saudável de bloqueio da expansão do centro, pensando na mobilidade urbana e nos péssimos exemplos de cidades onde o seus centros se expandiram irracionalmente, por pressão do mercado;
11. Propostas de alteração da Lei de Uso e Ocupação do Solo não podem se dar dessa forma. Apenas um abaixo-assinado, como é o caso, não pode ser justificativa pra uma proposta de alteração sem consulta a órgãos competentes, estudos e debates preliminares.
12. As alterações propostas nesse projeto de lei são absurdas e demonstram amadorismo e descomprometimento com o Plano Diretor aprovado pela própria Câmara de Vereadores.
Antes de qualquer proposta de alteração de lei de zoneamento, o poder legislativo deveria no entender desta associação fazer alguns levantamentos e legislar com responsabilidade, afinal é dever pensar no bem comum e não exclusivamente no interesse particular:
- A lista do abaixo-assinado, comprovando os 90% de adesão de moradores da Rua Conselheiro Arp;
- A medição do movimento de veículos antes e depois da alteração para mão única da Rua Conselheiro Arp;
- O impacto sobre as ruas vizinhas pela alteração proposta; aspectos positivos e negativos motivadores dos Projetos de Lei Complementar em questão;
- Parecer do assessor técnico da Câmara;
- Parecer do IPPUJ;
- Levantamento de imóveis disponíveis nas zonas vizinhas à ZR1 para os usos solicitados no projeto de lei.
Portanto, a Associação de Moradores e Amigos do Bairro América solicita a retirada do projeto, enquanto a regulamentação do novo Plano Diretor esteja sendo efetuado.
Cordialmente,
Gabriela M. C. de Loyola
Presidente
sábado, 25 de abril de 2009
Do Jornalista Claudio Loetz - A Noticia
Nos últimos sete anos, muitos trechos de ruas tiveram seu uso e ocupação do solo modificado para atender a interesses específicos. É preciso lutar para que regiões estritamente residenciais continuem como estão.
O avanço da atividade econômica sobre essas áreas retira, cada vez mais, aquilo que diferencia Joinville de outras cidades: a qualidade de vida.
A propósito: a Câmara e Vereadores vai debater a regulamentação do plano diretor ainda neste ano. Então, é óbvio, que antecipar discussão sobre o que pode ou não pode funcionar, em casos pontuais, significa atropelar o cronograma.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Deu no A Noticia

UMA RUA, UMA POLÊMICA
Projeto de zoneamento da Conselheiro Arp, que será discutida hoje na Câmara de Joinville, divide opiniões
Quase dois anos depois da polêmica construção do cemitério vertical no Atiradores, outra alteração do zoneamento volta a dividir opiniões em Joinville. Desta vez, o problema é no América, onde fala-se na possibilidade de mudar as regras de ocupação na rua Conselheiro Arp.
A proposta, encaminhada pelo vereador Maurício Peixer (PSDB) no final de 2008 à Câmara de Joinville, autoriza construções de até três andares – hoje, são dois e para uso exclusivamente familiar.
E o projeto ainda regulamenta a instalação de várias atividades comerciais, com a exceção de indústrias e pequenos comerciantes atacadistas. Supermercado, por exemplo, poderia. A construção de um motel também não estaria proibida na Conselheiro Arp.
“Os próprios moradores, interessados na valorização dos imóveis, me trouxeram um abaixo-assinado com pelo menos 50 adesões, o que corresponde a 90% das casas dali”, conta. “Os detalhes, como o que pode ou não pode, serão discutidos amanhã (hoje), em uma audiência pública, onde vamos dialogar”, avisa o vereador.
Na tentativa de brecar as mudanças no zoneamento, a Associação de Moradores e Amigos do Bairro América (Amaba) alega ter reunido pouco mais de 5 mil assinaturas.
Para a presidente Gabriela Loyola, a iniciativa dos vereadores tende a transformar Joinville em uma “grande colcha de retalhos”. “É irresponsabilidade mudar tudo dessa maneira, sem nenhum estudo de impacto, sem ouvir os moradores”, reclama. Alegando que a audiência pública marcada para as 14 horas de hoje, na Câmara, não passa de “pró-forma”, a Amaba recorreu à Justiça, pedindo que a discussão seja suspensa e que os três projetos que hoje tramitam no Legislativo sejam declarados ilegais.
Também serão discutidos hoje outros dois projetos sugeridos pelo vereador Manoel Bento (PT). Um inclui a possibilidade de instalação de indústrias de pequeno e médio potencial poluidor em determinadas regiões da cidade. Não são dados muitos detalhes.
A outra proposta, considerada complexa, quer possibilitar a instalação de pequenos estabelecimentos (clínicas, consultórios, lotéricas, lojas de material de construção) nas regiões conhecidas como ZR3 (zona residencial tipo 3) de Joinville.
rosane.felthaus@an.com.br
Graves Acusações
A Associação esta legalmente constituída e realiza reuniões mensais em local publico, aberto ao publico. Cumpre os seus estatutos e é uma entidade transparente, democrática, plural e participativa, aberta aos moradores do Bairro América e com um longo historico de lutas em prol da comunidade e do bairro.
Divulga publicamente as suas ações e utiliza alem do seu jornal, um blog na internet, aberto a todos. Realizou ao longo dos seus 13 anos de existência, dezenas de reuniões, participou de audiências publicas e se fez presente em todos os debates do Plano Diretor, participando ainda ativamente.
Em este âmbito realiza regularmente visitas aos poderes constituídos, sejam eles o executivo, o judiciário ou o legislativo, reuniões sempre realizadas em lugares públicos e com agenda marcada e pauta clara.
Descabidas as insinuações proferidas na audiência publica, por representante de alguns moradores da Rua Conselheiro Arp, até porque nenhum dos moradores associados a nossa associação obtém nenhum beneficio pecuniário ou de nenhum outro tipo, por defender a preservação da qualidade de vida e as características residenciais do bairro, que escolhemos para viver. Ao contrario dos lideres do movimento que propõe com insistencia a mudança do zoneamento e do gabarito na rua conselheiro Arp, para poder obter pingues beneficios. E ainda sem ter morado nunca na rua, adquiriram imóveis exclusivamente com intuito especulativo. E querem no grito mudar a lei.
leia tambem Os Novos Fariseus
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Depois da audiencia publica
Também existe o consenso entre os associados que quaisquer aumento do gabarito é inaceitável. Ainda mais por não terem sido apresentadas justificativas e estudos técnicos para embassar um aumento da densidade.
Foi possível identificar claramente interesses divergentes entre os moradores da Rua Conselheiro Arp, alguns dos lideres da iniciativa tem projetos ambiciosos para a rua. Vários dos proprietários estão esperando a mudança do zoneamento para iniciar importantes investimentos, principalmente na área da saúde. Inclusive com imóveis adquiridos exclusivamente com este objetivo. Alguns alegaram inclusive que ao adquirir o imóvel desconheciam que o zoneamento não permitiria a instalação de clinicas e outras atividades de serviços ou comerciais.
Chama a atenção que a uma quadra da Rua Conselheiro Arp, existem imóveis comerciais novos, que estão vazios a espera de locador, sinal claro e inequívoco que não existe falta de imóvel, existe sim gente que não quer pagar o valor de mercado e um imovel comercial.
Agora se faz necessário por parte dos técnicos do legislativo apresentar os dados e os estudos técnicos que sustentem o projeto de alteração do zoneamento. Quando os dados sejam produzidos a Associação terá condições de analisa-los e poderá participar dos debates seguintes, contribuindo de forma desinteressada e isenta, como sempre tem sido.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Lobos com pele de Cordeiro
A convocação de uma audiência publica para alterar o gabarito e o zoneamento da Rua Conselheiro Arp, é uma iniciativa esdrúxula, que encerra nela mesma muitas armadilhas e não poucas situações estranhas.
O fato que a iniciativa tenha originado no legislativo municipal e que não tenha sido apreciado pelos órgãos técnicos do município é suspeito. A gravidade da alteração proposta fica clara na lista em anexo que indica todos os serviços e usos que passarão a ser permitidos numa zona atualmente residencial.
Amparado no abaixo assinado de alguns moradores da rua Conselheiro Arp, o Vereador Mauricio Peixer deu entrada a um projeto de lei que permite a instalação de Danceterias, supermercados, Quadras de Escolas de Samba, entre outras atividades que passariam a conviver uma zona exlusivamente residencial.
Para que não fiquem duvidas veja os usos que passam a ser autorizados caso a proposta seja aprovada, provavelmente os moradores que solicitaram ao vereador que houvesse uma mudança de zoneamento, não imaginavam a surpressa que teriam com a proposta elaborada pelo nobre legislador.
Verifiquem os exemplos mais escandalosos, destacados em vermelho.
USOS ADMITIDOS EM ZCD4
R - USO RESIDENCIAL
R1 - Residencial Unifamiliar
R1. 1 – casa isolada, térrea ou assobradada;
R1. 2 - casa geminada paralela ao alinhamento predial.
R2 - Residencial Multifamiliar
R2. 1 – casa geminada transversal ao alinhamento predial.
R2. 2 – edifício de apartamentos.
CR - Conjuntos Residenciais
C - ATIVIDADE ECONÔMICA DE NÍVEL C
C1- COMÉRCIO/SERVIÇO OU INDÚSTRIA DE ÂMBITO LOCAL
C1. 1- da alimentação:
Açougue (e/ou casa de carnes); Armazém (secos e molhados); Avícola (aves e ovos); Bar; “Bomboniere”; Casas de chá ou café; Confeitaria; “Delicatessen”; Doceria; Empório; Frutas; Laticínios e frios; Leiteria; Lanchonete; Mercearia; Padaria/panificadora; Pastifício/pastelaria; Peixaria; Quitanda; “Rotisserie”; Sorveteria; Sucos; Verdureira.
C1. 2 - Diversificado:
Armarinhos; Artesanato (artigos de); Bazar; Boutiques; Drogarias; Farmácia; Perfumaria; Manipulação; Plantas e flores naturais ou artificiais (Floriculturas); Revistas e Jornais.
C1. 3 - Centro Comercial Diversificado de Vizinhança:
(usos C1. 1 e C1. 2 associados)
C2 - COMÉRCIO/SERVIÇO DE MATERIAIS DE PEQUENO PORTE
C2. 1- Consumo Geral:
Agropecuária; Comércio de artefatos de metal; Comércio de artigos esotéricos; Comércio de artigos de couro e similares; Comércio de artigos para bebês; Comércio de artigos para balé; Comércio de artigos para cama, mesa e banho; Comércio de artigos para decoração; Comércio de artigos para festas; Comércio de artigos para jardins; Comércio de artigos para vestuário; Comércio de artigos religiosos; Comércio de artigos e suprimentos de informática; Aviamentos; Bijuterias; Comércio de bolsas, malas e pastas; Comércio de brinquedos; Comércio de calçados; Comércio de cortinas e tapetes; Comércio de cristais / louças / porcelanas; Discos e fitas; Comércio de especiarias; Comércio de ferragens e ferramentas; Filatélica; Folclore (artigo de); Fotos / fotografias; Galerias de arte; Gelo; Importados (artigos); Livraria /papelaria /impressos; Comércio/embalagens de materiais de limpeza; Molduras /espelhos /vidros; Numismática; Presentes; Raízes e plantas medicinais; Relojoarias /joalherias; Souvenir; Tabacaria/charutaria; Comércio de tecidos; Comércio de utensílios domésticos.
C2. 2. - Consumo Excepcional:
Adega; Antigüidades; Design (loja de artigos de); Comércio de artigos esportivos e recreativos; Comércio de automóveis/motos; Comércio de autopeças; Comércio de bicicletas; Comércio de colchões; Comércio de eletrodomésticos; Comércio de instrumentos de mecânica técnica; Comércio de instrumentos musicais; Comércio de lonas/toldos; Comércio de luminária/material elétrico; Magazines; Comércio de máquinas e equipamentos para indústria, comércio e serviços; Comércio de material de acabamento para construção; Comércio de material de escritório (inclusive mobiliário); Comércio de motores de lanchas; Comércio de móveis /estofados / cozinhas; Óticas; Concessionária de automóveis.
C2. 3 - Consumo Especializado (p/profissionais):
Comércio de instrumentos dentários; Comércio de instrumentos elétricos e eletrônicos; Comércio de instrumentos médicos; Comércio de instrumentos de precisão; Mapas e impressos especializados; Comércio de máquinas e equipamentos para profissionais liberais; Comércio de material para desenho e pintura; Comércio de material médico cirúrgico; Comércio de material ortopédico; Preparados químicos de uso médico; Preparados de uso dentário; Comércio de roupas profissionais ou de proteção.
C2. 4 - Centro Comercial Diversificado de Bairro
(usos C1. C2. 1 C2. 2 C2. 3, S1, S2. 1 associado)
C4 - COMÉRCIO/ SERVIÇO DE MATERIAIS PERIGOSOS
Comércio de Armas e munições; Comércio de Equipamentos para combate ao fogo; Comércio de Gás engarrafado; Postos de serviços e revenda de combustíveis e derivados de
C5 – COMÉRCIO/SERVIÇO DE MATERIAIS DIVERSIFICADOS
Grupo A - Mercados; Supermercados; Cooperativa de consumo; Centro Comercial.
POLO GERADOR DE TRAFEGO
S - ATIVIDADES ECONÔMICAS DE NÍVEL S
S1 - SERVIÇO/ COMÉRCIO OU INDÚSTRIA DE ÂMBITO LOCAL
S1. 1 - Profissionais Pessoais:
Alfaiate, Camiseiro; Assessores de importação e exportação; Assessores fiscais e tributários; Avaliadores; Barbeiro; Cabeleireiro; Chaveiro; Consultores (empresarial jurídico e técnico); Corretores de bens móveis e imóveis; Costureiras, Bordadeiras, cerzideiras e similares; Desenhistas/pintores; Eletricista; Encanador; Lavadeiras; Pintores; Professor particular; Profissionais autônomos, liberais ou qualificados; Sapateiro; Serviços de datilografia, taquigrafia, editoração eletrônica e digitação; Técnico em eletrônica; Tradutores; Vidraceiro.
S1. 2. - Profissionais de Negócios:
Artigos de couro; Carimbos; Copiadora, Fotocópia e plastificarão; Cutelaria, Amoladores; Engraxataria; Taxidermia; Estúdio de reparação de obras de arte; Fotógrafo, Estúdio Fotográfico; Guarda-chuva e chapéus; Instrumentos científicos (reparos); Instrumentos musicais (reparos); Jóias, gravação, ourivesaria e relógios; Maquetista; Moldureiros; Tapetes, cortinas, estofados e colchões (reparos); Produção de vídeo; Lapidação.
S2 - SERVIÇO/ COMÉRCIO OU INDÚSTRIA DE ÂMBITO GERAL
S2. 1 - Geral e Escritórios:
Administradores (bens, negócios, consórcios, fundos mútuos, imóveis); Ações e valores imobiliários; Aerofotogrametria e cartografia; Agência de capitalização; Agência de casamento; Agência de cobranças; Agência de detetives; Agência de emprego de mão-de-obra temporária; Agência de informações e centro de informações; Agência de propaganda e publicidade; Agência noticiosa; Agentes de propriedade industrial (marcas e patentes); Análise e pesquisa de mercado; Aviação agrícola e comercial (agência passagens, escritório); Agência bancaria; Bolsa de valores, negócios; Caderneta de poupança (agência, posto de arrecadação); Caixas beneficentes; Câmaras de comércio; Câmbio (estabelecimentos); Cartões de crédito (administradoras); Cartório de notas e protesto, registro civil; Comissário de despachos; Consignação e comissões (agência); Construção por administração/empreiteira de mão-de-obra (escritório); Consulados e delegações (representações diplomáticas); Cooperativas de produção (escritório); Corretora de valores; Crédito imobiliário; Crédito - sistema de vendas; Cursos por correspondência; Despachantes; Editoras de livros, jornais e revistas; Empresas de seguros; Escritório representativos ou administrativos de indústria, comércio e ou serviços; Escritórios técnicos profissionais (engenharia, arquitetura, contabilidade, advocacia); Funerária (sem câmara mortuária); Incorporadoras (escritórios); Mala-direta,
Central de compras, televendas; Mensageiros e entregas de encomendas; Organização de congressos e feiras; Organização e método de trabalho; Previdência privada; Processamento de dados; Promoção de vendas; Recados telefônicos, central de “bip”; Reflorestamento (escritório); Seleção de pessoal, treinamento empresarial; Serviços de limpeza, desratização, descupinização e conservação; Serviços de lavação de automóveis; “Trading” (companhia de); Vigilância domiciliar e empresarial.
S2. 2 - Técnicos e de Saúde:
Análise técnica; Banco de sangue; Centros de Estética e Massoterapia; Saunas; Clínicas dentárias e médicas; Controle tecnológico; Eletroterapia e radioterapia; Estúdio fotográfico; Fisioterapia e hidroterapia; Gravação de filmes e som; Institutos psicotécnicos, orientação vocacional; Instrumentos científicos e técnicos (consertos e aferição); Laboratório de análises clínicas; Laboratórios de análises químicas; Microfilmagem; Radiografias.
S2. 3 - Aluguel e Distribuição:
Autolocadoras; Bicicletas; Edifício-garagem; Equipamentos de “Buffet”; Equipamentos de som e eletro-eletrônico; Estacionamentos; Filmes; Móveis; Videogames; Videolocadoras; Vestimentas e toalhas.
S2. 4 - Educação Informal:
Academia de ginástica e esportes; Auto-escola; Cursos de computação e informática; Cursos de línguas; Cursos de modelo e manequim; Cursos profissionalizantes; Escolas de arte; Escolas de arte marciais; Escolas de dança; Escolas de datilografia; Escolas de músicas; Escolas de natação; Escolas de prendas domésticas; Escolas de ioga; Escolas profissionalizantes.
S3 - SERVIÇO/COMÉRCIO ASSOCIADOS A DIVERSÕES PÚBLICAS
Grupo A: Bilhar; Bingão; Boliche, Bolão, Bocha; Casas lotéricas; Cinemas; Churrascarias; Diversões eletrônicas, Pebolin; Petisqueiras; Pizzarias; Restaurantes.
Grupo B: Autocine; Boates/ danceterias/ similares; Cantinas/ “pub” (bar); Chope rias/ drinks (casas de); Quadra de escola de samba; Salão de festas e bailes.
S4 - SERVIÇO/COMÉRCIO/INDÚSTRIAS ASSOCIADOS A OFICINAS
Grupo A: Acessórios/som; Alinhamentos/balanceamento; Aparelhos eletrodomésticos; Aquecedores e ar condicionado; Balanças; Bicicletas; Borracharia (sem recape); Confecções; Eletricidade; Embalagem, rotulagem, encaixotamento; Entalhadores, escultores (sem fusco de metais); Escapamentos; Estamparia “silk-screen”; Estofamento; Esportivos e recreativos (artigos); Extintores; Fechaduras; Freios; Funilaria, calhas e dutos; Gráfica, clicheria. linotipia, fotolito, litografia e tipografia; Hidráulica (aparelhos e equipamentos); Lanternagem/latoeiro; Marcenaria e movelaria (consertos); Molas; Motores elétricos e transformadores; Pintura de placas, cartazes (publicidade); Radiadores; Serviços de montagens, acoplagens e similares; Veículos automotores; Vidros;
S6 - SERVIÇO/COMÉRCIO ASSOCIADOS A HOSPEDAGEM
Grupo A: Hospedaria; Pensões; Pousadas.
Grupo B: Albergues; “Apart.”-hotel; Hotel; Motéis.
Grupo C: Hotel-fazenda; SPA.
E - ATIVIDADES INSTITUCIONAIS
E1 - INSTITUCIONAL/ECONÔMICA DE ÂMBITO LOCAL
E1. 1- Educação/cultura:
Acervo, Biblioteca; Ensino pré-escolar (creches, maternal, jardim de infância, pré-primário); Ensino básico de primeiro e/ou de segundo grau; Fundações Culturais.
E1. 2- Saúde:
Ambulatório; Posto de saúde;
E1. 3- Social/Lazer/Administrativo:
Área para recreação infanto-juvenil; Associações, Institutos e/ou Fundações Comunitárias, Beneficentes e Filantrópicas; Igrejas; Posto de Serviços: correios e telégrafos, policial, telefônico, lotérico; Representação da administração pública municipal (escritório).
E2 - INSTITUCIONAL/ECONÔMICA DE ÂMBITO GERAL
E2. 1 - Educação/Cultura:
Associações e Fundações científicas e tecnológicas; Auditórios/anfiteatros; Centro de formação profissional; Cinemateca/filmoteca; Ensino superior; Ensino técnico-profissional; Museu; Pinacoteca; Teatro.
E2. 2- Saúde:
Casa de saúde; Centro de saúde; Consultórios comunitários; Dispensários; Hospital; Hospital psiquiátrico; Maternidade; Pronto atendimento médico; Pronto-socorro.
E2. 3- Social:
Albergue; Asilo; Centro de reintegração social; Clubes-de-serviços; Colonização e migração (centro assistencial); Templos, Conventos; Mosteiros; Orfanatos; Organizações associativas de profissionais;
E2. 4- Lazer:
Aquário; Autódromo; “Camping”; Campo de futebol; Kartódromo; Centro de convenções e de eventos; Centro de exposições; Circo; Clubes associativos, recreativos e esportivos; Ginásios; Hípica; Hipódromo; Jardim Botânico; Moto clube (escritórios); Parque-de-diversões; Parques públicos; Planetário; Zoológico.
E4 – EQUIPAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA URBANA
Grupo B - Estação de controle, processamento e tratamento de água;

