Pensamento de hoje
Poder de um lado e medo do outro formam a base da autoridade irracional.
domingo, 17 de julho de 2016
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
O caminho das águas é a solução
O caminho das águas
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Do Blog da Associação de Moradores do Bairro Sto. Antonio
O DINHEIRO FALA
O recente artigo intitulado “NÃO NO MEU QUINTAL” divulgado pela imprensa tenciona criar uma cortina de fumaça nas legítimas aspirações de atores sociais em face LOT- ato normativo cuja aprovação era favas contadas em 2011,sabiamente postergado para 2012. A natural contrariedade pelo adiamento da votação do projeto de lei no apagar das luzes, motivada por fatores políticos e pela mobilização social das entidades civis, tornou-se o mote do discurso orquestrado -e agora ideológico- dos comissários, copiosos em convencer os joinvillenses que a LOT, do jeito que está, representa a panacéia universal para a resolução de todos os problemas da urbes, porque oriunda do pretenso debate democrático no Senadinho dos comissários, o Conselho da Cidade.
O Santo Antônio não é Bairro de ricos. É Bairro de gente trabalhadora, cujos moradores dedicaram e ainda se dedicam a uma vida de trabalho, sacrifício e renúncias nas indústrias localizadas nas proximidades. É um Bairro acolhedor, que está recebendo empreendimentos de relevante interesse social vinculados ao Programa Minha Casa Minha Vida, apesar de todos os problemas de infra-estrutura, mobilidade urbana, verticalização e alagamentos. De outro lado, importa registrar que não somos contra o projeto de lei da LOT, apenas concitamos o Poder Público a abrir o diálogo com a sociedade, principalmente, diante da não realização de audiências públicas pelo Poder Executivo nas comunidades-requisito exigido pelo Estatuto das Cidades, denominado de “gestão democrática das cidades”. Do mesmo modo, manifestamos cautela e reserva em face dos poderosos interesses nada republicanos que pautam o status quo- a famosa corriola de agentes econômicos e generosos doadores da campanha eleitoral que se avizinha, que almejam contabilizar lucros maximizados em razão da provável valorização de seus investimentos, diante da modificação dos usos e em áreas residenciais próximas aos futuros eixos viários contemplados na LOT e, nas polêmicas ARTs.
O Poder Executivo adotou a tática da tergiversação, envidando manobras evasivas e rodeios para defender um posicionamento desprovido de argumentos sólidos e consistentes, buscando votar o projeto ainda este ano. Alegou que corria riscos de perder investimentos de uma grande montadora, mas o argumento não foi aceito. Agora, muda o foco, procurando minimizar a importância do debate democrático com os movimentos sociais, desqualificando o trabalho e a preocupação das lideranças comunitárias ligadas às entidades civis e de associação de moradores. É preciso dizer que a importância do espectro da discussão da LOT não está circunscrito a este ou aquele Bairro, pois o nosso quintal contempla toda a Manchester Catarinense, a JOINVILLE DE TODA NOSSA A GENTE. Será que é pedir demais ao Poder Executivo a realização de audiências públicas para discutir alguns aspectos pontuais nesta lei, antes de prosseguir a tramitação na Câmara de Vereadores?
Já tivermos a oportunidade de tecer elogios à LOT, reputando o ato normativo como sendo um avanço, mas, em contrapartida, não abrimos mão do exercício de nossos direitos como cidadãos, aprofundando o debate e sugerindo, democraticamente, aos legisladores, modificações no texto da LOT imprescindíveis à harmonização de divergências havidas com o tecido social, buscando encontrar um caminho de consenso, um diálogo aberto e construtivo com a sociedade.
Por estas e inúmeras razões, a expressão idiomática do inglês a ser usada na discussão da LOT não é NOT IN MY BACKYARD (não no meu quintal) mas, MONEY TALKS (O dinheiro fala)
sábado, 20 de agosto de 2011
Deu no A Noticia
O jornalista Claudio Loetz escreveu na sua coluna "Livre Mercado" no jornal A Noticia
Para cima
A verticalização das construções é outra face da realidade em mudança. Há centenas de prédios aprovados pela Prefeitura, num atestado de que a política pública de adensamento populacional veio para ficar. E vai se intensificar. Não por acaso, os vereadores têm aprovado dezenas de alterações no zoneamento para facilitar a construção de empreendimentos variados nos últimos dois anos.
O “fatiamento” da cidade obedece a interesses econômicos específicos e pontuais. A inexistência de uma efetiva política de desenvolvimento estruturante e a ausência de planejamento urbanístico criou um vazio no qual prosperou o individualismo e a especulação, aliada a alguns projetos visionários.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Uso do solo
Começa agora a discussão sobre a Lei de Uso e Ocupação do Solo que deve fazer parte do Plano Diretor de Joinville. Como esta é uma lei que irá interferir no dia a dia dos joinvilenses, é normal que os interessados, uns mais e outros menos, fiquem alertas às discussões.
Outro dia, li que um vereador disse que este processo levará a uma guerra, rua a rua, na definição do que poderá ou não ser feito em cada uma delas. Dentro do que se tem estudado, acredito que não se poderá deixar, no último momento, de se discutir rua por rua. Mas no último momento – e não como guerra!
Para iniciar a formulação da lei, tenho a convicção de que o processo deve começar analisando-se e entendendo-se o macro, ou seja, tendo-se a visão da cidade como um todo e pelo olhar de todos. Como queremos viver a nossa cidade no futuro?
Para responder a isto, teremos que definir nossos objetivos, baseados no conhecimento que temos de nossas deficiências e potencialidades e embasados no que os joinvilenses pensam e querem.
Provavelmente, serão sugeridas audiências públicas que não serão prestigiadas pela grande maioria e, por isso, sugiro, como vi em Barcelona, que se faça um questionário sobre os problemas que serão debatidos, para que todos recebam em casa e participem respondendo. Depois de tabuladas as respostas, se terá a direção do que a maioria deseja.
Observar a cidade como um todo pelo olhar da população e, após, traçar o que se deseja para ela, definindo para onde ela deve crescer, as ligações e os modais de mobilidade, de quais equipamentos urbanos necessitamos e o padrão de cada um, onde eles se situarão, onde ficarão as indústrias, o comércio, as residências e se verticalizamos e adensamos ou não.
Ter como primazia acabar com as desigualdades existentes entre os bairros, ou melhor, evitar que os bairros tenham categorias diferentes.
Se entendermos isto como base antes de começarmos a guerrear e retalhar a cidade, escorados no senso comum e não em vaidades e interesses pessoais, poderemos fazer uma ótima Lei de Uso e Ocupação do Solo.
Alguém vai contestar dizendo que isto é o óbvio. Peço desculpas pelo óbvio, mas entendo que as vaidades o escondem e é por meio dele que se pode ver muitas coisas que não enxergamos quando confiamos demais na nossa suposta sabedoria.
hans.moraes@gmail.com
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Coluna Livre Mercado - A Noticia
As declarações do vereador sinalizam com clareza a sua linha de pensamento e como vê temas importantes como verticalização, adensamento e modelos de planejamento urbano. A entrevista na integra esta no link: Livre Mercado - Lauro Kalfels.
Especial atenção merece a posição que esta começando a consolidar que "O debate sobre o Lei de uso e ocupação do solo, sera uma guerra, rua por rua." Recentemente o proprio presidente do IPPUJ tambem se expressou no mesmo sentido. Devemos estar alerta, para evitar que se consolide este conceito, que só evidenciará a forma torpe e tendenciosa como o esta sendo conduzido o processo, buscando e estimulando um conflito, em que teremos vencedores e vencidos.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Ninguém merece!
Ninguém merece!
Há alguns meses, aposentei o despertador. Sei o que você está pensando: estou dormindo mais, curtindo mais a vida e me desligando do trabalho rotineiro. Não, meu amigo. Todos os dias, de segunda a segunda, sábado, domingo e feriados incluídos, eu e todos os moradores do meu prédio e da vizinhança, na rua Expedicionário Holz, somos acordados invariavelmente entre 6h30 e 7 horas da manhã pelo barulho da construção de um prédio de 18 andares. Todas as manhãs!
No início, ficamos indignados, imaginando que a construtora estivesse extrapolando o horário permitido, e fomos em comissão reclamar a todas as instâncias do Poder Executivo. Para nossa surpresa, soubemos que tudo estava de acordo com a legislação.
Os códigos de postura e meio ambiente do município, implantados há dez ou 15 anos, permitem que edifícios sejam erguidos de forma ininterrupta. A única coisa que a legislação exige é que a poluição sonora não ultrapasse 60 decibéis (?), em determinados dias e horários.
Para verificar isso, a Fundema seria obrigada a colocar um técnico de plantão em cada obra, durante 12 horas, pois o barulho intenso não é constante. O ruído ensurdecedor de serra elétrica, trator, caminhão, etc. é pontual. Apenas o suficiente para cortar o sono, seja no início da manhã ou à tarde – se num sábado, depois do almoço, você tiver a ideia absurda de descansar.
O mais interessante é que numa madrugada, por volta de 1h30, fomos todos à janela acordados pelo barulho ensurdecedor de um caminhão imenso descarregando um trator igualmente titânico. Isso se repetiu outro dia, às 5h30, com o descarregamento de uma máquina para fazer os buracos da fundação do prédio.
Esse tipo de transporte que atrapalha o trânsito só pode ser feito entre meia-noite e 6 horas da manhã. Incrível, o trânsito não pode ser prejudicado, mas o nosso sossego pode.
Com o atual boom imobiliário, as construções pipocam, principalmente nas zonas residenciais, onde se presume que os moradores tenham alguns direitos ao conforto urbano. O progresso precisa ter limites. Essa legislação, feita sei lá quando nem de que forma, precisa ser revista pelos poderes constituídos, para o bem de Joinville.
elydiniz@edmlogos.com.br
Publicado no jornal A Noticia
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Rua Timbo
O jornalista Roelton Maciel assina o texto.
Uma rua, três realidades
Na Timbó tem chão batido, calçamento e asfalto. Tudo em 1,5 quilômetro
Se alguém protestar contra uma rua de Joinville formada por trechos de chão batido, calçamento e asfalto, provavelmente estará reclamando da rua Timbó, no bairro América. São três diferentes realidades em 1,5 quilômetro, entre a João Colin e a Alceu Koehntopp. Com direito a buracos, poeira, lama e alagamentos quando chove.
A vizinhança ouve discursos que prometem completar o asfalto e acabar com as cheias naquela região há mais de dez anos. Mas passam campanhas, mudam governos e os transtornos continuam. “Fazem nove anos que a gente mora aqui. Desde que chegamos, os políticos prometem acabar com essa situação”, reclama o aposentado Atsuchi Tsutsui, 75 anos. Ele mora num trecho de asfalto, mas que está todo esburacado e cheio de desníveis.
Quando o problema não é a poeira, é o nível do rio Morro Alto que preocupa. Ele passa ao lado da rua. Por isso, basta uma sequência de chuvas para que o rio transborde.
“Já perdi as contas das vezes que a rua ficou debaixo da água. Às vezes nem precisa chover pra inundar”, critica a moradora Fátima Dionísio Diniz, de 59 anos. Na opinião dela, os imóveis da rua são desvalorizados pela situação.
“Essa é uma região nobre. Mas imagina se alguém vai querer negociar uma propriedade por aqui sabendo desses problemas com pó e enchente?”, questiona Fátima. A esperança de que o asfalto chegue à rua toda sem ser encoberto por novas cheias está em um projeto bancado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
O pacote prevê a pavimentação da Timbó e outras ruas da região – num total de quatro quilômetros –, substituição das cinco pontes entre as ruas dos Atletas e Costa e Silva, além da colocação de galerias no rio, obras de microdrenagem (tubos) e plantio de árvores. O custo das obras será de R$ 21,7 milhões.
roelton.maciel@an.com.br
domingo, 19 de setembro de 2010
Mitomania ou Amnésia?

Mitomania ou Amnésia?
A freqüência com que detentores de cargos públicos mentem em publico passou a ser tão alta que já ninguém mais fica surpreendido, ninguém mais se escandaliza e passa a ser visto com naturalidade que nada do que seja afirmado por presidentes, seja da República ou de Institutos de Planejamento, ou por governadores ou prefeitos, inclusive por vereadores ou deputados, possa ser considerado verdadeiro, por muito mais tempo do que dura a vida da maioria dos insetos.
No caso especifico das declarações feitas pelo Arqto. Luiz Alberto de Souza, presidente do IPPUJ a imprensa nestes dias, fica a duvida se estamos frente a um caso de mitomania contumaz ou de amnésia. A mitomania seria mais grave é implicaria má fé e vontade de iludir. A amnésia, mesmo aparentando menor gravidade, também pode ser perigosa é precisa ser confrontada com a realidade.
A rua Conselheiro Arp, mudou o seu zoneamento, pela iniciativa do vereador Maurcio Peixer, que com a colaboração dos técnicos do IPPUJ, elaborou um projeto de lei, que tinha como objetivo mudar o gabarito (aumentando o numero de pavimentos) e o tipo de atividades que poderiam numa região exclusivamente residencial. A forte articulação da sociedade organizada, representada, entre outras entidades, pela Associação de Moradores do Bairro América, conseguiu que o projeto aprovado, não aumentasse o gabarito, nem se permitisse a instalação de atividades que poderiam ter forte impacto sobre as características residenciais do entorno. Se o mundo não acabou, com as mudanças aprovadas, foi porque a sociedade se mobilizou e evitou que a insanidade proposta fosse aprovada e porque os vereadores perceberam os erros e inconsistências que o projeto continha e os corrigiram em tempo.
Defender que o centro de Joinville deva se converter numa área residencial dirigida a pessoas de baixa renda, não é uma boa idéia. Insistir na proposta, sem debater abertamente com a sociedade e sem apresentar dados e estudos técnicos consistentes, sobre o impacto da mudança, continua sem ser o caminho correto e caracteriza radicalismo próprio de quem acredita que tudo pode ser feito na cidade, acha-se dono da verdade e ainda não percebeu que o pais mudou e que é preciso dialogar e deixar de impor as mudanças no grito.
domingo, 16 de maio de 2010
O Bairro América no A Noticia
No domingo dia 16 de Maio o titulo da reportagem é "Para o Alto mais com Polêmica"
no link você pode acessar a materia completa da jornalista Camille Cardoso.
sábado, 27 de março de 2010
Deu no jornal A Noticia
Zoneamento
Um grupo de moradores e de profissionais liberais entregou no Ippuj abaixo-assinado para mudar o zoneamento de trecho da rua Lages entre a Conselheiro Arp e a João Colin. Hoje, as duas quadras são só para moradias.
O pessoal quer liberação para clínicas, escritórios, academias etc.Centro expandido
O pedido foi bem recebido no Ippuj e pode ser que seja enviado projeto à Câmara pedindo a mudança de zoneamento. É pelas laterais da Blumenau e João Colin (e também da Otto Boehm e Max Colin) que avança o chamado Centro expandido.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
As 140 mudanças

A pesar da dificuldade da Camara de Vereadores e do proprio IPPUJ em reconhecer que houve alterações demais.
Para acabar com as duvidas aqui estão as 140 mudanças e alterações incluidas na lei 20/2008
O jornal A Noticia que tem dado um excelente cobertura e tem permitido que a sociedade tomasse conhecimento de como algumas destas alterações afetariam o dia a dia dos joinvilenses
Desta vez A Noticia matou a cobre e mostrou o pau.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Do jornalista Claudio Loetz
VETO NECESSÁRIO
O texto da lei que consolida (u
nifica) e também altera pontos fundamentais da legislação urbanística de Joinville, necessita de aprofundado debate, com tempo que não há mais. Com a redação aprovada pela Câmara de Vereadores, será importante para o futuro da cidade (foto) que o prefeito Carlito Merss vete, integralmente, o projeto aprovado pelos vereadores no final do ano passado.
A redação nova, com as mudanças feitas, mostra várias inconsistências e algumas “espertezas”. Por exemplo: fica proibida a construção de restaurantes, bares, petisqueiras, churrascarias e afins na região dos Espinheiros, lá mesmo onde se pretende construir o portal do mar, que colocaria Joinville no cenário náutico de lazer. Sem nenhum lugar para comer, beber, compartilhar o ambiente?
Os vereadores fizeram pior, ainda, quando se trata de construção de conjuntos residenciais (horizontais ou verticais). A lei atual exige do empreendedor reservar 10% da área para lazer, no caso de serem construídas até 25 unidades. Quando houver empreendimento de 26 a 50 unidades, o percentual para locais de lazer sobe para 15%. E, com negócios com mais de 50 unidades, a reserva de área para lazer e espaço verde vai a 20%.
Os políticos querem facilitar a vida dos investidores. Como? Propondo, no caso de conjuntos residenciais de até 12 unidades, que não seja mais obrigatória reserva de nenhuma fração da área para lazer. Como a grande maioria dos negócios são de até 12 unidades, os investidores, na prática, ganharão o direito de construir mais uma unidade.
Outra situação estranha é a que muda a ocupação de uso e solo nas regiões ZR-2, em bairros variados, como Bom Retiro, Nova Brasília. E em muitos outros, de diferentes regiões do município. Com a alteração aprovada pelo Legislativo municipal, locais hoje predominantemente residenciais poderão receber ginásios de esportes, centros comerciais, parques de diversões de tamanhos não delimitados. As mudanças também permitiriam que em condomínios residenciais – raramente com mais de 20 unidades – seria liberada a operação de negócios voltados à prestação de serviços. Como são condomínios fechados, quem fiscalizará?
Outra novidade é o surgimento de zona chamada de condomínio comercial. A nova figura jurídica significa a possibilidade de se criar uma espécie de condomínio de lojas em bairros com estruturas absolutamente distintas, como Saguaçu e Jardim Sofia, por exemplo. Não é exatamente um shopping center, que poderá nascer nestes espaços, mas é quase.
Considerando-se a complexidade e abrangência das propostas aprovadas, os pontos mais polêmicos deveriam voltar à análise pela Câmara de Vereadores. A ideia é conseguir retirar da nova legislação as maiores esquisitices do texto, com a “compreensão” dos nossos políticos, que foram eleitos pelo povo para legislar. O problema político é que o prefeito tem só até dia 21 para decidir se veta tudo, ou aprova tudo. Não há meio termo.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Ficção Cientifica

O jornalista Claudio Loetz escreve no seu blog texto sobre as cidades do futuro.
O trabalho desenvolvido pela multinacional IBM, esta mais perto de um texto de ficção cientifica que da realidade dos novos sambaquianos. Mas o texto merece ser lido, mesmo que a projeção a 5 anos possa parecer extremamente audaciosa para quem todavia esta no neolítico. O texto mostra um caminho a seguir.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Textos interesantes que vale a pena ler
Brincando com a Cidade e Viagralização e Verticalização
Se não teve oportunidade de ler no jornal, leia e divulgue os dosi excelentes textos, assinados por Rosana Martins e José Antonio Baço.
Uma dica da Associação de moradores do América
sábado, 21 de novembro de 2009
Planejamento Urbano
União para barrar mudanças
Preocupação com a Lei de Uso e Ocupação do Solo mobiliza as associações de moradores de Joinville
Uma reunião na noite de ontem, numa panificadora do bairro América, juntou um grupo de lideranças que pretende fazer muito barulho a partir de segunda-feira. A união de presidentes de associação de moradores dos bairros com maior renda per capita de Joinville promete fazer o possível para barrar algumas mudanças na Lei de Uso e Ocupação do Solo.
Estão no movimento advogados, arquitetos, engenheiros e empresários. Uma das preocupações é a possibilidade de construir prédios mais altos na área central.
A polêmica urbanística está em discussão na Câmara de Vereadores desde 2008. A Comissão de Urbanismo, presidida pela vereadora Dalila Leal (PSL), pretende colocar as mudanças em votação ainda este ano. O primeiro passo é a consolidação da lei.
A legislação original é de 1973 e teve a sua última grande adequação em 1996. Depois disso, aconteceram várias mudanças pontuais. A proposta de consolidação é unificar tudo novamente em um só texto para facilitar pesquisa e consulta da sociedade.
É nesta consolidação que surgiram ainda outras alterações. Há propostas de mudanças nas regras de recuo na construção de prédios e permissão para que bairros tenham serviço de separação e seleção de materiais para reciclagem.
O que gera mais polêmica é a queda no limite de andares para edifícios construídos na região central e bairros América, Saguaçu, Anita Garibaldi e Atiradores. Na reunião desta sexta-feira, o grupo formulou uma carta para ser entregue ao prefeito Carlito Merss (PT), com o objetivo de tentar brecar as mudanças. As entidades querem que sejam respeitadas as discussões do Plano Diretor aprovado em fevereiro de 2008, mas não regulamentado.
O Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Joinville (Ippuj) também acompanha de perto. Será o departamento da Prefeitura que irá analisar o texto final. O presidente do Ippuj, Luiz Alberto de Souza, entende que é preciso discutir as possibilidades de adequação da legislação.
“Não gosto da palavra colcha de retalhos. A lei não é um emaranhado de mudanças e também não é exclusivo de Joinville. As mudanças precisam acompanhar a evolução da cidade. Só não concordamos que mudem a estrutura urbanística do município”, afirma.
Publicado no Jornal A Noticia
Opiniões
Projetos para a consolidação das leis de uso e ocupação do solo que estão na Câmara de Joinville dividem a cidade
Algumas adaptações não prejudicam a cidade. Não é oito ou 80. Somos contra é que modifiquem a estrutura da cidade. Joinville já tem uma característica que não pode ser mudada. É preciso coerência entre a legislação urbanística e a evolução da cidade.
LUIZ ALBERTO DE SOUZA, presidente do Ippuj
Agora, são mais entidades preocupadas com a questão das mudanças da lei. Não são só os moradores do América criticando. Não entendemos porque toda essa pressa para fazer as mudanças na lei depois que passamos um ano rediscutindo a cidade no Plano Diretor que ainda nem está valendo.
GABRIELA LOYOLA, presidente da Associação de Moradores e Amigos do bairro América (Amaba)
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Livre Mercado
A integra esta aqui
A administração municipal parece decidida a mudar a cara da cidade. O Bairro América esta claramente na mira dos projetos do executivo e as pressões das ONGs do tijolo, parece que nunca antes encontraram ouvidos tão atentos no paço municipal.
Quem viver, verá.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
verticalização
Pressão
A Associação Empresarial de Joinville (Acij) e o Sindicato das Empresas de Compra e Venda, Locação e Administração de Imóveis (Secovi) apresentam hoje proposta à Câmara de Vereadores. O objetivo é defender a construção de prédios mais altos na região central. A proposta é usar andares como garagem sem descontar do número total de pavimentos.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Propostas da Regional Centro são destaque na imprensa
Na Regional do Centro, foi solicitada melhorias na calçada no entorno do Batalhão do Exército, tradicional espaço para caminhadas da classe média joinvilense. Outra sugestão é o “Rua Parque”, com incorporação das ciclovias às calçadas na Aquidaban, Alexandre Schlemm e General Sampaio. A lista completa das demandas de cada uma das regionais está disponível no AN.com.br, no Blog do Saavedra.

