Pensamento de hoje

Poder de um lado e medo do outro formam a base da autoridade irracional.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Encontro com Artistas no MAJ

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Em tempo de chuvas e trovoadas

O jornal Folha de São Paulo publica um texto interessante que pode ser facilmente adaptado a nossa realidade local.

ANÁLISE

Índices são atípicos, mas não catastróficos

HÉLIO SCHWARTSMAN
DA EQUIPE DE ARTICULISTAS

Não há dúvida de que está chovendo à beça em São Paulo. Mas estamos ou não, como querem nossos governantes, diante de um volume tão atípico de precipitação que nenhuma cidade do mundo estaria preparada para enfrentar?
A resposta é um caso clássico de copo meio cheio e meio vazio. Até a manhã de ontem, a estação do mirante de Santana já registrara, para janeiro, um total de 380 mm. O normal para o primeiro mês do ano é 240 mm.


E chove acima do habitual desde o inverno, o que deixou o solo saturado. O ano de 2009 fechou com 1.885 mm, contra um normal de 1.370 mm. São índices atípicos, mas não cataclísmicos. O mirante já viu seus pluviômetros superarem a marca dos 400 mm em janeiro em pelo menos três ocasiões.


A verdade é que as últimas décadas vividas à sombra da civilização tecnológica com seus diques, piscinões e outras obras nos deixaram mal acostumados. Já quase não nos lembramos do pavor ancestral de morrer em consequência da cheia, de longe a mais frequente das calamidades naturais. Não é coincidência que o desastre fundador descrito na Bíblia seja um dilúvio e não um terremoto.
Nossa percepção de risco ficou deturpada e não hesitamos em nos fixar perto de rios.


De tempos em tempos, porém, ocorrem catástrofes como a do rio Amarelo, em 1931, na China, que matou entre 3,7 milhões e 4 milhões de pessoas.
Desastres acontecem. Só que nós não estamos na China de 31, e o Tietê não é o rio Amarelo. Mesmo que seja uma injustiça cósmica, é o eleitor mal acostumado quem decidirá se os presentes volumes de água escusam ou não os administradores pelo caos vivido na cidade.


Reunião de Fevereiro 2010


A Associação de Moradores do Bairro América realizou a sua primeira reunião do ano 2010 no jardim do MAJ ( Museu de Arte de Joinville) Aproveitando o final de tarde a reunião se realizou ao ar livre. Em pauta as ações para 2010 e a avaliação das atividades realizadas em 2009, com foco especial no impacto da lei 20/2008 e as implicações que as alterações incluídas na consolidação, possam vir a representar para o Bairro América e os seus moradores.

Feira no Bairro América

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Pássaros do Bairro América


As ruas arborizadas e as áreas de bosque remanescentes nos morros do Bairro América servem de moradia para grande quantidade de pássaros das mas variadas espécies.
A fotografia é de um Aracuã.

A presença de aves silvestre é um importante indicador de qualidade de vida. O seu futuro dependerá muito do modelo de desenvolvimento que definamos para o bairro.

Frase

Frase

"[Com a canalização] O córrego vira um tubo grande embaixo da rua. Chove muito, ele enche, a água faz pressão e volta pelo bueiro"

LUCIANA TRAVASSOS
ex-pesquisadora do Laboratório de Urbanismo da Metrópole da USP, especialista em parques lineares

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Encontro com a Imprensa - TV da Cidade

No programa do jornalista Luiz Verissimo da TV da Cidade no canal 20 na NET, que vai ao ar no sábado, domingo e segunda as 22:30.

Terá um bloco em que o Bairro América será destaque, o jornalista que também é morador do bairro, acompanha com interesse as possíveis mudanças que as alterações na legislação podem representar para o bairro.

No mesmo programa também entrevista com o Tenente Coronel Edivar do 8 BPM e com Pierre Porto. A programção da TV da Cidade pode ser seguida pela internet no endereço http://www.tvdacidade.com.br/vivo.html