Pensamento de hoje

Poder de um lado e medo do outro formam a base da autoridade irracional.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

2a Consulta Pública da LOT

O evento promovido e organizado pelo movimento "Consulta Cidadã" Reúne entre outras entidades as Associações de Moradores dos Bairros América, Sto. Antônio, São Marcos, Anita Garibaldi, Estrada da Ilha e conta também com o apoio de Sindicatos, ONGs e voluntários.



Participaram da segunda Consulta Pública mais de 90 pessoas, representando os bairros América, Costa e Silva, Santo Antonio, Saguaçu, Gloria, Centro, Boa Vista e outros bairros próximos. E tambem se fizeram presentes os vereadores Rodrigo Thomazi e James Schroeder. O prefeito, como já tinha feito na primeira Consulta Pública, não compareceu, não justificou e não se fez representar.





Entre as decisões tomadas pela plenária destaque para:

 - Aprovar a realização de Audiências públicas, promovidas pelo poder executivo, em cada região antes que a minuta aprovada pelo Conselho da Cidade seja encaminhada ao legislativo municipal.

- Rejeitar a proposta das Faixas Viárias no modelo proposto pelo IPPUJ.

- Aprovar a criação das ARIEs do Boa Vista, Iririu, Morro do América, São Marcos e garantir a sua preservação e manutenção no texto da LOT

Estas propostas foram aprovadas por UNANIMIDADE dos presentes.

O documento final, com as gravações de todas as Consultas Públicas será encaminhado ao prefeito municipal, ao presidente da Câmara de Vereadores e ao Ministério Público de Santa Catarina.

Proxima Consulta Pública será realizada no Bairro São Marcos, na sede da Associação de Moradores com inicio as 19:00 horas.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Consulta pública na Estrada da Ilha


Mais de 120 pessoas participaram na primeira Consulta Pública da LOT na região da Estrada da Ilha. A consulta estava dirigida principalmente aos moradores de Pirabeiraba, Jardim Sófia e a Estrada da Ilha.

A pesar do frio e a chuva a participação foi grande e houve uma forte participação da comunidade afetada diretamente pelas mudanças que a LOT propõe para a região.

Entre os pontos abordados, os que maior interesse despertaram foram os referentes a ART da Estrada da Ilha, a criação de uma Faixa Rodoviária Rural, com impacto em toda a região e a regularização fundiária.

Além de lideranças comunitárias da região e de outros bairros de Joinville se fizeram presentes também o Deputado Estadual Darci de Matos, o Vereador James Schroeder e o sub-prefeito de Pirabeiraba Sidnei Sabel. O prefeito não enviou nenhum representante, a pesar de ter sido oficialmente convidado para a Consulta.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

O que pode ter nas Faixas Viárias propostas na LOT

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A LOT propõe que possam ser instalados nas 167 ruas com Faixas Viárias todos estes empreendimentos. A logica é que este tipo de atividades podem conviver facilmente com residencias e ruas de transito intenso de veículos.

Atividades barulhentas, potencialmente perigosas e poluentes e polos geradores de transito espalhadas por praticamente toda Joinville são uma bomba de tempo contra a mobilidade urbana, a qualidade de vida e uma cidade sustentável.

Duvida? De uma olhada no que o IPPUJ propõe e querem aprovar para nossa cidade.


Faixas Viárias [1] Quais as ruas que receberão FV

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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Consultas públicas tem datas definidas

O jornalista Claudio Loetz publica na coluna Livre Mercado de hoje, no jornal A Noticia

    MORADORES DE DEZ BAIRROS DEBATEM LOT


Associações de moradores de dez bairros de diferentes regiões de Joinville vão fazer reuniões para consultas públicas com a finalidade de debater os efeitos que o projeto de Lei de Ordenamento Territorial (LOT) terá sobre o futuro dos cidadãos e da cidade. A comissão organizadora age em paralelo ao Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (Ippuj), que também promoveu audiências. 

Os encontros serão realizados no dia 26, no galpão da Igreja Luterana, na Estrada da Ilha; no plenarinho da Câmara de Vereadores, no dia 28; e no dia 2 de setembro, na Associação de Moradores do Bairro São Marcos, sempre às 19 horas. Em pauta, como ficará Joinville se for aprovado o texto do Executivo em relação à criação das faixas viárias e áreas rurais de transição.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Participação cidadã


A AMABA, fiel aos princípios do planejamento participativo elegeu seu representante ( Arno Kumlehn) para compor a plenária de debates da Conferência Estatual das Cidades a ser realizada no mês de agosto em Florianópolis. 

O tema principal da Conferência Estadual é REFORMA URBANA JÁ, onde figuram com destaque a obrigatoriedade de projetos integrados sobre o território do munício e sua região, a incorporação dos instrumentos de politica urbana ao planejamento da cidade, a transparência de ações públicas e a informação e qualificação da sociedade civil para o debate. Temas discutidos e defendidos de muito pelos moradores do América.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Conselho da Cidade


CONFERÊNCIA DA CIDADE

Eleitos novos conselheiros

Prefeitura consegue formar novo conselho, mas precisa esperar decisão da Justiça

Houve muita discussão e contestação, mas a Prefeitura de Joinville conseguiu dar mais um passo para colocar novamente a Lei de Ordenamento Territorial (LOT) em pauta. No sábado, foram eleitos os 52 membros do Conselho da Cidade, atendendo à exigência feita há mais de um ano pelo Ministério Público para que fosse criado um novo grupo responsável pela avaliação de propostas ligadas à área de planejamento urbano no município. Dos 52 integrantes, 32 foram eleitos e outros 20 foram indicados pelo prefeito Udo Döhler (PMDB).

Apesar da definição dos nomes, o tema permanece envolto em polêmicas para a Prefeitura. A homologação dos eleitos depende ainda de uma decisão do juiz Roberto Lepper, da 2ª Vara da Fazenda Pública, sobre o que fazer com os votos de representantes de movimentos populares que não concorriam como candidatos. No sábado, o Ippuj coletou os 99 votos da categoria e decidiu repassá-los ao juiz até que ele se pronuncie sobre o caso. Dependendo da decisão tomada, a formação do conselho pode sofrer alterações.

Com mais de quatro horas de duração, a chamada Conferência da Cidade enfrentou protestos de integrantes do Movimento Passe Livre, que não concordavam com o formato do conselho.

Dentro do cronograma

Para o presidente do Ippuj, Vladimir Constante, mesmo com a manifestação, o evento foi um sucesso. “Esperávamos algo mais aguerrido. Tivemos questionamentos, alguns até válidos, mas foram dentro da normalidade do processo democrático. Agora, vamos trabalhar para colocar em pé o mais rápido possível o conselho”, comenta Vladimir.

Com pressa para enviar a Lei de Ordenamento Territorial (LOT) para análise do conselho, o Ippuj deve reunir os membros para duas reuniões já nesta semana. Antes de começar a discutir a proposta da LOT, os conselheiros vão colocar em votação um regimento interno e eleger um presidente. A expectativa da Prefeitura é de que os procedimentos sejam resolvidos em, no máximo, duas semanas. “Estamos dentro do cronograma, agora queremos que os conselheiros comecem a trabalhar o mais rápido possível”, diz Vladimir.

joao.kamradt@an.com.br

sábado, 4 de maio de 2013

Participe da Conferencia da Cidade


Prezado Vizinho,

Vai até segunda-feira, dia 6 de maio, o prazo para cidadãos e entidades organizadas da sociedade civil de Joinville fazerem a inscrição para participar da Conferência Extraordinária da Cidade, cuja realização está prevista para o dia 18 de maio no Centreventos Cau Hansen.

Na Conferência da Cidade serão eleitos 32 titulares e 32 suplentes que integrarão o Conselho da Cidade. Além desses, também terão assento no Conselho 20 titulares e 20 suplentes representantes do Poder Público.

Cabe ao Conselho da Cidade, em sintonia com a sociedade civil e poder público, discutir projetos e atos da Câmara de Vereadores e Prefeitura. Dentro de suas competências, o Conselho discutirá usos (residencial, comercial e industrial) e gabaritos (número de pavimentos dos respectivos imóveis) admitidos para cada região ou via, de modo que estará em jogo a qualidade de vida de sua família e o valor do seu patrimônio.
Lembre-se que o Bairro América assim como varios outros há tempo são alvos da cobiça de especuladores imobiliários, que em 2011 tentaram, com apoio da Câmara de Vereadores, alterar o zoneamento para permitir o aproveitamento de terrenos para construção de prédios com número elevado de pavimentos. E só não o fizeram porque nos mobilizamos em defesa da região.

Pense nos efeitos de uma alteração como essa: no aumento da poluição ambiental, do nível de ruídos e dos congestionamentos de trânsito advindos da ampliação da frota local de veículos. Pense na supressão de árvores, jardins e outros elementos paisagísticos, na perda da ventilação e no aumento da temperatura média. Será fácil concluir que sua participação e mobilização são importantes para si e para todos.
Ela começa pelo investimento de parte de seu final de semana, no dia 18 de maio, para comparecer à Conferência da Cidade 2013. Na oportunidade, precisaremos de seu voto para eleger um representante que esteja alinhado com nossos interesses e que tenha amplo conhecimento técnico sobre as matérias que serão discutidas. Para fazê-lo, é obrigatório inscrever-se no site do IPPUJ. Basta ir ao link

http://www.ippuj.sc.gov.br/conteudo.php?paginaCodigo=169

Em princípio, responda “Não” à questão “É candidato?”. E escolha a opção “Cidadão” no item “Segmento social”.  Mas lembre-se: o prazo está prestes a se esgotar.

Depois da Conferência, quando estiver em funcionamento o Conselho da Cidade, precisaremos de sua atuação em nosso time, que funcionará como grupo organizado para defesa de nossa região e também da Cidade de Joinville.

Participe! Exerça sua cidadania! Afinal, é do seu interesse. 

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Como as FAIXAS VIARIAS previstas na LOT mudarão Joinville





Permitir  a instalação de indústrias químicas, metalúrgicas, de fabricação de derivados de petróleo e transportadoras por quase toda a cidade, isso é progresso?
Juarez Vieira

Nos últimos meses temos sido bombardeados quase que diariamente pelos jornais com notas afirmando que a não aprovação da nova LOT (Lei de Ordenamento Territorial) está emperrando o desenvolvimento da cidade, que estamos perdendo empregos, que “A CIDADE VAI PARAR”.

Em Joinville o Projeto de Lei da Nova LOT (Lei de Ordenamento Territorial) prevê duas espécies de faixas: a viária e a rodoviária.

Para termos uma ideia, a rua CIDADE DE SERTANÓPOLIS no bairro Paranaguamirim será uma FAIXA VIÁRIA. Trata-se de uma rua lateral da rua 6 de Janeiro, estreita (mal passam dois carros), sem calçadas, não pavimentada (de barro), que fica ao lado dos trilhos da via férrea. Qual seria o interesse de transformar esta rua em uma FAIXA VIÁRIA? Talvez o fato desta rua ser paralela à rua Boehmerwald, que também será uma faixa viária.

Há entre estas ruas, certamente outras que podem possuir situações de fragilidade ambiental, problemas de infraestrutura viária, de transporte, de saúde, de educação, de saneamento básico (esgoto). Permitir a instalação de empresas nestas ruas sem consultar a população envolvida é um desrespeito com os moradores do entorno destas “faixas viárias”.

Tratarei apenas de um dos pontos que entendo “TODA A POPULAÇÃO” deva ter conhecimento antes de aceitar esta versão de que a LOT precisa ser aprovada com urgência. Falarei apenas das Faixas Viárias.

As definições para as faixas viárias no inciso III do art. 10 do Referido Projeto de Lei:
Art. 10. As Áreas Urbanas de Adensamento subdividem-se, ainda, em Setores e Faixas, conforme a seguinte classificação:
III. Faixas Viárias (FV) - são as faixas onde se concentram os usos comerciais e de serviços, caracterizando-se como eixos comerciais ao longo das principais vias públicas;

Quem imaginar que a faixa viária é apenas um pequena porção da área próxima à rua, ficará abismado com o absurdo que o Projeto de Lei contém em seu 14:
“Art.14. A delimitação física das Faixas Viárias é determinada pelo perímetro definido por duas linhas imaginárias paralelas equidistantes 100,00 (CEM) METROS ao eixo da via.
§ 1º. Os lotes atingidos pela Faixa Viária somente poderão aplicar o regime urbanístico definido para esta faixa se tiverem sua testada inserida parcial ou totalmente na respectiva faixa.
§ 2º. Os lotes atingidos parcialmente pela Faixa Viária poderão aplicar em toda a sua área o regime urbanístico definido para esta faixa, desde que a parte atingida corresponda a no mínimo 50% (cinquenta por cento) da área do lote, em uma profundidade de até 2,5 (duas vírgula cinco) vezes a sua testada, limitando-se, neste caso a 200,00 (duzentos) metros de profundidade.” (grifo nosso)

Resumindo, temos 100 metros de a partir do eixo central (meio) da via que se submeterão ao regime urbanístico da FAIXA VIÁRIA, bastando para isso que tenha sua frente inserida PARCIAL ou TOTALMENTE na respectiva faixa.

Como em alguns casos estes 100 (cem) metros talvez fossem pouco, o ente público permitiu que o zoneamento da FAIXA VIÁRIA se estenda até 2,5 vezes a testada (frente) para a FAIXA VIÁRIA, limitado a 200 metros, o que será atingido sem muita dificuldade pelas empresas interessadas em usufruir desta benesse.

Conforme o Anexo VI – Quadro de Usos do referido Projeto de Lei, estranhamente escrito com uma fonte (letra) minúscula, COMO SE FOSSE PARA NINGUÉM LER, nas faixas viárias poderão ser instaladas empresas das seguintes áreas de atuação:

Atividades de transporte, armazenagem e correio
Fabricação de produtos químicos
Fabricação de produtos alimentícios
Fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos
Fabricação de bebidas
Fabricação de produtos de borracha e de material plástico
Fabricação de produtos de fumo
Fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos
Fabricação de produtos têxteis
Fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e óticos
Confeccção de artigos de vestuário e acessórios
Fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos
Preparação de couros e fabricação de artefatos de couro
Fabricação de máquinas e equipamentos
Fabricação de produtos de madeira
Fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias
Fabricação de celulose, papel e produtos do papel
Fabricação de outros equipamentos de transportes, exceto veículos automotores
Impressão e reprodução de gravações
Fabricação de móveis
Fabricação de coque, de produtos derivados de petróleo e de biocombustíveis
Manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos

Alegações como a de que a instalação destas empresas dependerá de Estudo de Impacto de Vizinhança ou de parecer prévio do órgão ambiental deixam a população à merce de interesses econômicos poderosos que, certamente, não terão dificuldades em elaborar Estudos de Impacto de Vizinhança favoráveis à instalação de todo tipo de empreendimento nestas áreas. Quanto aos pareceres do órgão ambiental municipal (FUNDEMA), não há necessidade de tecer qualquer comentário, bastando analisar o histórico recente de atuação deste órgão, especificamente na questão de licenciamentos.

Resumindo, teremos uma porção enorme da cidade com um zoneamento que permitirá diversos usos comerciais e de serviços sem que a população diretamente interessada saiba disto e tampouco tenha participado da construção do projeto. A seguir se encontram as faixas viárias previstas no Projeto de Lei, no item 1.7 do Anexo IX – Descrição.

Lembrando que, são estas ruas que, em suas extensões localizadas na área urbana, se a tão propalada e “URGENTE” LOT for aprovada, passarão a ser faixas viárias. Tomamos esta iniciativa somente para os leitores terem uma ideia do CAOS que irá se instalar na cidade sob a alegação de que “A CIDADE PRECISA SE DESENVOLVER”, taxando todos os contrários a estas mudanças de “ESTAREM CONTRA O DESENVOLVIMENTO DA CIDADE”, lembrando a todo momento que “ESTAMOS PERDENDO EMPRESAS PARA ARAQUARI”.

Relação de ruas que serão Faixas Viarias em Joinville





domingo, 21 de abril de 2013

Você sabe como a LOT vai impactar o Bairro América?

A AMABA (Associação de Moradores do Bairro América) esta promovendo um jantar por adesão na proxima terça feira dia 23 para apresentar o IMPACTO da LOT no Bairro América


Os poucos convites disponiveis ao preço de R$ 50,00 podem ser obtidos pelo telefone 99844115


A reunião será na Adega di Bacco na Rua Otto Bohem as 19:00 horas


Participe, Conheça melhor o que esta previsto para o seu Bairro, como vai ficar a sua rua se o texto atual da LOT for aprovado.


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Dia 18 Audiencia Pública para discutir a minuta da Conferencia da Cidade

A Associação de Moradores do Bairro América recebeu e repassa este e-mail.



Dia 18/04 – Dia de demonstrarmos nosso descontentamento com as regras anti-democráticas contidas na Minuta do Regimento Interno da Conferência da Cidade

Será realizada uma Audiência Pública para discutir a minuta do Regimento Interno da Conferência Extraordinária da Cidade que terá por finalidade exclusiva a eleição dos membros do Conselho da Cidade.

Esta Audiência será na Câmara de Vereadores de Joinville, localizada à Avenida Hermann August Lepper, 1.100, Saguaçú, Joinville-SC, no dia 18 de abril de 2013, com início às 19:30 h e término às 21:30 h.
Esta é a oportunidade da população se posicionar contra os absurdos já denunciados no blog novalotjoinville.blogspot.com

1. Todos podem votar no segmento de movimentos populares, ainda que sejam empresários, construtores, corretores de imóveis, profissionais liberais, participantes ativos de ONG´s, trabalhadores sindicalizados. estes, ainda que queiram votar, foram alijados do direito de votar em seu próprio segmento, já que para os demais segmentos, só os indicados pelas entidades podem votar. Cada segmento defenderá legitimamente seus interesses no Conselho da Cidade, só que para isto o Conselheiro deveria ser eleito por todos aqueles vinculados ao seu segmento, e não apenas pelos que foram indicados por entidades. Tratei deste assunto no post DEMOCRACIA? SÓ NOS MOVIMENTOS POPULARES!

2. Não haverá tempo para os movimentos populares se manifestarem na Conferência da Cidade.

3. Não haverá qualquer impedimento quanto a existência de parentes membros do Conselho da Cidade. Ou seja, um parente pode representar o segmento empresarial e o outro os movimentos populares, mesmo que estes segmentos tenham muitas vezes interesses diametralmente opostos. Há, no mínimo, conflito de interesses e, neste caso, vale a máxima da Administração Pública “A MULHER DE CÉSAR NÃO BASTA SER HONESTA, PRECISA PARECER HONESTA”. Então precisamos impedir que sejam membros do Conselho os parentes até o 3º grau na ordem colateral (da própria pessoa) ou afim (do cônjuge). Isto abrange, avós, pais, filhos, irmãos e tios. É impossível que uma cidade com mais de 520 mil habitantes não consiga 104 pessoas sem parentesco entre si e que estejam dispostas a construir uma JOINVILLE MELHOR PARA TODOS.

Quem quiser se indispor contra estes e outros pontos da referida minuta, poderão se manifestar no dia da Conferência.

Fiz uma sugestão da forma de inscrição para votação que consta do post Sugestão sobre a participação na Conferência da Cidade.

SUGIRO QUE SE COMPAREÇAM À AUDIÊNCIA!!!

Não podemos deixar que os interesses empresariais/especulativos/imobiliárias prevaleçam sobre o bem estar da população joinvilense.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Comunicado do IPPUJ e resposta da AMABA







Caro Sr. Vladimir Constante

Em resposta ao Ofício desta Fundação noticiando as ausências do Sr. Arno Kumlehn, consultamos nossa assessoria jurídica e obtivemos a resposta que todas as deliberações da Comissão, incluindo a penalidade de comunicação à entidade por supostas ausências, não têm qualquer valor jurídico, visto que o órgão despersonalizado-Comissão Preparatória, além de não ter sido previsto formalmente no art. 3 da Lei Complementar 380./2012, não titulariza competências do ente público. Acrescentamos, ainda, que o Edital de Chamada Pública publicado em 08.02.2013 no Jornal do Município não regulamentou o funcionamento da instância administrativa, razão pela qual, reputamos como inócua a comunicação efetuada por esta Fundação


Att, AMABA

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Rua Aquidaban


A Rua Aquidaban

A pacata Rua Aquidaban é uma das fronteiras para especulação imobiliária. A cobiça e a ganância enfrentam a qualidade de vida e um modelo residencial consolidado que equilibra muito verde e permeabilidade, residências unifamiliares e privilegia a insolação e a ventilação.

Não pode ser considerada uma via estratégica para mobilidade urbana,  pois liga nada a coisa nenhuma.A partir da abertura da Avda. Marques de Olinda e sua consolidação como um eixo viário, a Rua Aquidaban recuperou o seu perfil residencial, com redução do fluxo de veículos e potencial para um novo modelo de rua, mais bucólica, com verdadeiras ciclovias, não essas infames ciclofaixas que são uma verdadeira guilhotina para os ciclistas que nelas se aventuram.

Em 12 de abril de 2011 já houve uma tentativa de mudança de zoneamento e principalmente de gabarito. A pretensão do grupo que defende a mudança é que na rua se possam construiredifícios de até 12 pavimentos. no caso de aprovada representaria uma perda significativa de qualidade de vida para todas as residências existentes não só na própria Rua Aquidaban, como em todo o seu entorno e inclusive tendo impacto negativo por varias quadras em volta.

Da audiência daquele dia, duas imagens nítidas ficaram, a primeira foi a insistência dos representantes da proposta favorável a verticalização, que não aceitariam menos que 12 pavimentos, caso contrario o empreendimento pretendido não se viabilizaria economicamente. A segunda e mais aviltante, de que a proposta tinha como objetivo atender praticamente um único imóvel que pelo seu tamanho e localização seria o maior beneficiado com a mudança.

O texto original da LOT prevê que a Rua Aquidaban seja uma faixa viária, o que não é mais que um subterfúgio para permitir a verticalização tresloucada e o adensamento que se estenderá além da própria rua avançando 200 metros para o interior das quadras, a partir do eixo da rua, que tem o seu acesso a Rua XV, totalmente comprometido num extremo e no outro cruza a Rua Otto Bohem que tampouco tem um acesso fácil a Avda. Marques de Olinda.

De nada parecem servir os abaixo assinados, as manifestações claras e inequívocas da maioria, ou quase unanimidade  dos moradores do trecho  ao norte da Otto Boehm, tanto da rua, como de toda a área afetada pelo impacto da autorização de prédios residenciais com até 12 pavimentos ou da ampliação da permissão de usos para comércio e serviços.

 Os especuladores não irão morar lá e  pouco se importam em destruir a qualidade da via e do entorno desde que possam encher seus bolsos, utilizando de todas as formas e argumentos possíveis para transitar com ruborizante desenvoltura pelos gabinetes dos poderes municipais que, a seu turno mostram-se cordialmente receptivos a investidas de caráter pessoal, quando com caráter impessoal deveriam, claro, com cortesia, mas, fundamentalmente com transparência e publicidade, de portas abertas,  dar-lhes a mesma receptividade de modo a separar claramente o público do privado, o lobismo autêntico e democrático, das práticas nada republicanas.

É evidente que a cobiça tem um apetite desmedido e não há dieta que a coloque na linha,  encontrando sempre gente pronta a servir  ou  a se prestar para tão vergonhoso papel.

segunda-feira, 25 de março de 2013

A importancia das ONGs


Entrevista de Veja com Bill Clinton:

Como o senhor vê o papel dos cidadãos diante dos desafios do século XXI?

"...A boa notícia é que temos mais poder do que nunca para construir um mundo de valores e oportunidades compartilhadas, mas, para obter sucesso no século XXI, três setores da sociedade - governo, iniciativa privada e organizações não governamentais, as ONGs - rescisam trabalhar juntos... E o papel das ONGs, grupos de cidadãos que trabalham juntos em prol do bem comum, está se tornando cada vez mais relevante.

... As ONGs são instituições únicas: por serem formadas por cidadãos, não dependem de cargos políticos e , portanto, tem mais liberdade para experimentar novas ideias. Ao contrario das empresas privadas, não precisam produzir lucro para satisfazer os acionistas. Devem prestar contas de suas ações e ser cuidadosas con seus orçamentos, mas, se algo não dá certo, podem facilmente mudar de rumo e tentar uma estratégia diferente.

sábado, 2 de março de 2013

As obras de Rua Timbo


A Rua Timbó

As obras do Rio Morro Alto que margeia a Rua Timbó no Bairro América continuam lá como ficaram no final do governo anterior. Inconclusas, pelo ritmo parece a construção da Catedral de Colonia na Alemanha que levou quase 500 anos para ser concluída e também estorou o orçamento previsto. 

Por parte do novo governo até agora só silencio. Se alguém perguntar é provável que a resposta seja que não há dinheiro e que retomarão quando possível.

A situação atual é de risco, a sinalização viária esta incompleta e o transito de veículos e pedestres oferece perigo. De fato já houve vários acidentes ocasionados pela falta de sinalização como pela imprudência.
Os moradores da Rua Timbó e adjacências têm aproveitado as feiras estivais e o marasmo dos canteiros de obras para sugerir alternativas ao projeto.

 “Uma das propostas surgidas nas calçadas da Timbó Street é de que se concluam as CINCO PONTES ( haja vista que nenhuma está pronta) e que SE INTERROMPA a Timbó Street entre as ruas Orleans e dos Atletas, fazendo daquela quadra um calçadão , que possa ser incorporado no entorno paisagístico do novo Ginásio Ivan Rodrigues .” 

Há quem ache que pode ficar do jeito que esta, uma rua larga, sem buracos e com pouco transito. À  exceção seria a de resolver a falta de sinaleiros nas esquinas das Ruas Conselheiro Arp e Jaraguá, o resto pode ficar como está. Poderia inclusive ser convertida em Rua de Lazer, como a Beira Rio nos domingos pela manha, ficaria maravilhosa! Esperamos que fique assim...ou que as obras se concluam de uma vez. Mas que se decida.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Conferencia da Cidade


Conferencia da Cidade

O executivo ainda esta engatinhando nos quesitos organização e participação popular. A falta de pratica faz que se pague um preço alto. Boa parte do tempo previsto na reunião preparatória para a próxima Conferencia Extraordinária da Cidade de Joinville foi dedicada a dirimir duvidas e esclarecer pontos criados por uma redação pobre e confusa do documento original. É verdade que agora há ao menos boa vontade, o que representa um avanço frente ao modelo anterior de gestão municipal.

O curioso neste caso é que o prefeito que foi eleito como paladino da democracia e defensor da participação popular sofreu varias derrotas pela incapacidade em organizar de forma competente uma conferencia da Cidade participativa e democrática e um debate com a sociedade que cumprisse todos os requisitos legais. E o prefeito atual que tem um perfil muito mais autoritário esta seguindo a risca a legislação que permite uma maior participação da sociedade.

Outro fato notável e que merece parabéns, foi o protagonizado por conhecidos operadores do direito, que com a sua competência conseguiram incluir três sócios vinculados ao mesmo escritório de advocacia na comissão preparatória da Conferencia da Cidade, cada um representando segmentos diferentes da sociedade. Um show de articulação política  e exemplar desprendimento em favor da Cidade.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Conferencia da Cidade

Gostaríamos de parabenizar o Arqto. Arno Kumlehn que ontem foi eleito na comissão preparatória para conferencia da cidade, representando o Bairro América.

Ficamos também satisfeitos com a eleição do Dr. Gustavo Pereira e do Eng. Gilberto Krause.

Felizmente temos nomes de peso que muito bem irão nos representar!! Pessoas estas muito bem preparadas e gabaritadas para organizar esta Lei de Ordenamento territorial de Joinville.

http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a4052629.xml&template=4187.dwt&edition=21434&section=2003

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

A figueira da Nereu Ramos

O Bairro América tem varias arvores tombadas que formam parte do nosso patrimônio e do verde urbano de Joinville

O jornal A Noticia publicou hoje este texto que merece leitura


A figueira da Nereu Ramos, por Giane Maria de Souza*

Nos últimos tempos, aconteceram inúmeros protestos pelo Brasil, principalmente nas redes sociais, por causa da derrubada criminosa de árvores da Usina do Gasômetro no Centro de Porto Alegre. O prefeito de lá, o senhor José Fortunati, do PDT, no dia 6 de fevereiro, emitiu uma justificativa vexaminosa para o corte das árvores: “As pessoas não utilizam estas árvores no Gasômetro”. Óbvio, na visão despreparada de um político que não entende de urbanismo, tampouco de planejamento paisagístico urbano, uma árvore é simplesmente uma árvore, atrapalhando a expansão econômica e comercial da cidade. Nesse caso específico, o corte justifica-se, já que é para a duplicação de uma avenida de Porto Alegre, que integra o pacote das chamadas obras da Copa, segundo informações da Prefeitura da capital gaúcha. Os jornais registraram jovens subindo nas árvores para evitar a derrubada delas, fizeram vigílias, protestaram. Lembrei da figueira de Joinville.

Na história ambiental da nossa cidade, algumas árvores entraram para a lista municipal de salvo-conduto. Conforme o decreto nº 9755 de 13 de setembro de 2000, pelo qual reza o art. 1º, ficam imunes de corte: “Uma árvore adulta da espécie botânica Ficus benjamina L, pertencente à família Moraceae, vulgarmente conhecida por figueira ou figueira-benjamim. Originária da Ásia tropical e Malásia, foi introduzida no Brasil há mais de dois séculos com fins ornamentais. (...) O exemplar está com aproximadamente 15 metros de altura, copa bem desenvolvida com cerca de 12 metros de diâmetro, oferecendo, por conseguinte, ótimo sombreamento no local. (...) Seu estado fitossanitário é bastante satisfatório, não apresentando nenhum sintoma de pragas ou moléstias. Com o avanço da idade, passa a emitir raízes adventícias, o que lhe empresta um belo efeito estético. Está situada na praça Nereu Ramos, ao lado do prédio do Ipreville”. E cita o art. 2º do mesmo decreto que a árvore deverá ser protegida em uma área de pelo menos 200 m² do seu entorno.

Árvores estão imunes de corte? Quem precisa da figueira? As pessoas ao caminharem pelo Centro de Joinville percebem a grandiosidade desta árvore? Se a figueira da praça Nereu Ramos está imune ao corte pela Fundação do Meio Ambiente desde 2000, longos anos passaram e a população ainda está impossibilitada de admirá-la e usufruir de sua generosa sombra e ostentação arbórea, quesito de suma importância para seu tombamento, conforme o próprio decreto a descreve. O tombamento de algumas espécies arbóreas raras, antigas e de interesse histórico, científico e paisagístico é previsto pela legislação ambiental. Porém, de nada adianta uma árvore ser imune ao corte e ser tombada se não conseguimos usufruir de sua imagem na paisagem cotidiana da cidade em que vivemos.
*HISTORIADORA

domingo, 27 de janeiro de 2013

Um brinde a São Paulo


JAIME LERNER
Um brinde a São Paulo
O Brasil sofre de paralisia aguda no avanço de obras de infraestrutura. A burocracia aprisionante faz da execução uma corrida de obstáculos
Toda vez que São Paulo faz aniversário, o Brasil inteiro deveria comemorar. Dínamo econômico e cultural, maior metrópole da América do Sul, encontro de muitas etnias, essa cidade é superlativa nas muitas contribuição que dá ao país.

Contudo o que se vê é uma apologia da tragédia. Em vez da celebração, veste-se um manto de masoquismo: São Paulo não tem jeito; é grande demais; suja demais, violenta demais; caótica demais. Parece que o paulistano se compraz em dizer que lá nada dá certo. E se uma voz dissonante se aventura a afirmar que há solução, é tratada com desconfiança ou até repúdio.

Não se trata de minimizar os problemas ou ignorar a realidade e, sim, de mudar de perspectiva, pois quem projeta a tragédia acaba por encontrá-la.

O que São Paulo demonstra é a potencialização dos dilemas das cidades brasileiras nas questões fundamentais à sua qualidade de vida -mobilidade, sustentabilidade, identidade, diversidade, coexistência-, em sintomas exacerbados de poluição, congestionamentos, insegurança, isolamento.

A vida de uma cidade não pode se dar dentro de carros, shoppings e condomínios fechados, convivendo com rios que tornam patentes deficits em saneamento ambiental, ou com a segregação de guetos de ricos e de pobres. A separação de funções e os muros dos condomínios retiraram de São Paulo a sua maior riqueza: sua diversidade.

A cidade tem que ser o cenário do encontro que se celebra em seus espaços públicos. Tem que ser uma estrutura integrada de vida, trabalho e mobilidade, onde uma estrutura de crescimento, guiada pelo transporte coletivo, molda o seu desenho.

Tem que cultivar sua identidade, a partir da preservação de sua história e memória, da valorização da diversidade e do cultivo da coexistência. Tem que proteger seus recursos ambientais, patrimônio desta e das futuras gerações.

E São Paulo pode tudo isso. Ambiciosa que é, com esforços bem canalizados, será capaz de promover transformações positivas ao deixar de pensar a cidade para o automóvel e investir com sabedoria no transporte público; ao trazer o jovem para habitar o centro; ao melhor equilibrar a oferta de emprego no território; ao cuidar para que as leis de uso do solo não contribuam para construir uma paisagem urbana ruim.

O preço de não agir é alto. A condição de vanguarda a qual São Paulo ambiciona pode ser dilapidada pelas perdas em qualidade de vida, ativo fundamental de uma cidade hoje.
É preciso fazer, e o país todo hoje sofre de uma paralisia aguda em avançar obras de infraestrutura. Com o intuito de evitar a corrupção ou danos ao patrimônio socioambiental, criou-se uma burocracia tão aprisionante que, além de não coibi-los, transformou a execução de qualquer projeto em uma corrida de obstáculos, na qual a viabilização de uma solução é travada até o limite da desistência. Pior, em um cenário onde os recursos existem. É uma perniciosa estrutura de desconfiança que inibe a ação.

Essa estrutura de desconfiança cria o medo de decidir: ora o Ministério Público, ora as organizações sociais, ora as inúmeras instâncias colocam aos que decidem e querem fazer o pavor de um processo no qual se é antecipadamente culpado; e aos que querem procrastinar ou vender facilidades, as desculpas e motivações para nada fazer.

Simplificar esse procedimento é fundamental, e o fato repousa na responsabilidade. Mas tem que ser possível assumi-la. É uma metáfora comum no futebol dizer que um jogador de talento "chamou pra si" a responsabilidade em um momento decisivo. Por que não podemos fazer isso pelas nossas cidades?

Está na hora de celebrar o aniversário de São Paulo com um brinde de autoestima. Ao metaforicamente apagar suas 459 velas, pedir pela graça de acreditar que as soluções são possíveis.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Passos para aprovar a LOT

Ponto positivo para a administração do Prefeito Udo Dohler ao trazer novas luzes e coerência sobre o imbróglio envolvendo a Lei de Ordenamento Territorial, diferentemente do autoritarismo e hostilização gratuitas-marcas registradas do Governo Carlito Merss sobre o assunto.

 Nada obsta que em paralelo ao cronograma dos preparativos da Conferência Extraordinária Municipal das Cidades ( publicações, Editais, Regimento,  Regulamento e demais atos) sejam realizadas audiências públicas nos Bairros pelo Poder Executivo, explicando e apresentando à população, estudos, dados, mapas e informações a respeito das mudanças de zoneamento urbanístico, avanço do perímetro urbano sobre as áreas rurais, preservação ou não de áreas verdes,  alterações de  gabaritos,  liberação de usos, criação de eixos viários e demais mudanças propostas no PLC 69-2011.(LOT).

 A nova filosofia de trabalho do IPPUJ divulgada pelo AN seria coroada com uma maior participação democrática dos movimentos populares e interlocução direta com aqueles diretamente atingidos pelas mudanças previstas na LOT, valendo-se um poderoso instrumento:a realização de audiências públicas nos Bairros.Com as mudanças urbanísticas previstas na LOT devidamente explicadas e debatidas perante a população, surgiria uma reação natural dos atores sociais envolvidos, equilibrando a discussão e refreando o ímpeto de empreendedores interessados na mais valia do ambiente potencialmente construído e agentes econômicos que só tem olhos para o próprio umbigo.Sucesso ao IPPUJ.

Gustavo Pereira da Silva, advogado e Presidente da Associação Viva o Bairro Santo Antônio